CÉU CINZA QUE NOS DAI HOJE
CÉU CINZA QUE NOS DAI HOJE
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Totalmente deslocado de qualquer parâmetro ou ótica alheia; aqui cabe transformar nada, além de ler e ser transportado à jornadas, em uma ação de fatores notórios e inúteis. Caros leitores – descobri um monte de coisas por assim levar adiante o que pensei em nada. dar certo. Um compilado de ensaios e crônicas, irônicas e instigantes ao ponto machadiano, focado na vida, na leitura, na história e no profundo amor de criar para ser lembrado.
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| Weight | 0,300 kg |
|---|---|
| Dimensions | 15 × 0,5 × 21 cm |
| Nº de Páginas | 125 |
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- Store Name: João Victor de Souza Silva Filgueira
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CRÔNICAS AO ENTARDECER
CRÔNICAS AO ENTARDECER“Cronicando”…
Sempre gostei de escrever. As minhas redações quase sempre eram lidas na classe e o resultado era cômico.
Me lembro certa vez que um professor de Português pediu para fazermos um texto sobre ‘A Moda’. Tentei mostrar um panorama sobre o assunto desde a época das cavernas, seguindo pela vida afora, até os nossos tempos, falando sobre como o homem criou e recriou nossas vestimentas, sobre o uso e desuso de peças através dos séculos…
Ele me pediu para ler para a classe e, à medida que eu ia lendo, as pessoas gargalhavam! O professor riu muito e disse que nunca viu uma redação tão engraçada! Confesso que fiquei um tanto surpresa, apesar de achá-la mesmo um tanto ‘hilária’…
Minha mãe disse que eu ‘puxei a veia cômica’ de uma tia minha que nem conheci (!!!) Se assim foi, agradeço imensamente, pois consigo, mesmo em meio às tragédias, encontrar algo de engraçado a relatar… E mesmo uma tragédia pode se tornar uma ‘tragicomédia’! Melhor rir do que chorar, creio! Então, ‘tudo vira crônica’, como diz a minha família…
O resultado disto é que já escrevi umas 250 crônicas que colocarei, aos poucos, para que possam ler.
E não é que ‘cronicar’ vicia?!?!?!
Então, mãos à obra, ou melhor, ‘vista d’olhos já’!
Bom Proveito!!!
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ENTRE LINHAS E PERCEPÇÕES
ENTRE LINHAS E PERCEPÇÕESHora dessas ainda encontro
Nestas linhas a solução.
Procuro preencher
A grande lacuna que há
Entre o amor e a razão.
Noutrora só desejo
Colocar tudo pra fora.
Escrevo com empenho
De quem sente o mundo
Ontem, amanhã e agora.
Atemporal, eu diria.
Datar a tal da percepção
Tarefa impossível seria.
Difícil qualificar a emoção.
Então coloquei por aqui
O que quero preservar.
Escrevo com ânsia à suprir
A quantificação do existir.
A sensação de uma vida.
Da existência elementar.
Esclareço meus anseios
Sou daqueles devaneios
De nenhum lugar.
Nem terra, nem fogo.
Abstrata como o ar.
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CRÔNICAS DA (I)MOBILIDADE
CRÔNICAS DA (I)MOBILIDADEMesmo sendo algo tão natural, me questiono sempre: Por que o trânsito não é um assunto debatido por todos? Nesses últimos quase 15 anos que tenho dedicado ao trânsito, tenho constatado de forma cada vez mais constante que a cada evento que participo voltado à área os participantes são sempre os mesmos.
A partir dessa constatação, tenho direcionado meus esforços para que o trânsito não seja um assunto tratado apenas em eventos organizados por órgãos do Sistema Nacional de Trânsito e debatido apenas por doutores e grandes pensadores e estudiosos da área, mas que seja algo que suscite discussões na mesa do bar, no banco da praça ou na reunião da igreja. Ou seja, que envolva toda a sociedade. Para isso, reuni nessa obra as vinte melhores crônicas do Concurso Crônicas da (i)Mobilidade.
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A PATOLOGIA DO BEM
A PATOLOGIA DO BEMA obra “A patologia do bem – Um diálogo poético em plena pandemia” consolida, em texto, o que foi a primeira edição do movimento “Patologia Cultural”, realizado na data histórica de 30 de abril de 2021, no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-AM), promovido pela Academia de Letras e Culturas da Amazônia (ALCAMA) e pela Associação Brasileira dos Escritores e Poetas Pan-Amazônicos (ABEPPA), sob inspiração e coordenação-geral do professor, escritor e poeta Paulo Queiroz, também presidente de ambas as entidades.
O encontro, concebido para resgatar os saraus de antes da pandemia de coronavírus, a qual provocou a reclusão e o afastamento social, teve e tem como objetivo principal “socorrer os enfermos da saudade”, em especial os da classe artística, cuja necessidade de exprimir-se é tão vital quanto o de respirar. Não foi por outro motivo, aliás, que se escolheu a figura do saudoso escritor Armando Andrade de Menezes, ex-presidente da Academia Amazonense de Letras (AAL), criador e mantenedor do famoso “Chá do Armando”, como patrono, in memoriam, do movimento “Patologia Cultural”. Com os cuidados devidos, em número de participantes e em regras de higiene, o evento revestiu-se de grande sucesso, tanto, que já caminha para a sua terceira edição.
Crônicas, poesias, contos, artes visuais e plásticas, música e tudo o que foi dito e mostrado na reunião inaugural, dentro dos limites do papel, vem aqui reproduzido e assinado pelos seus autores, a saber: Pedro Lucas Lindoso, Maxiliano Barros, Nelcélia Macena, Maria Luíza Brasil, Cassius Clei Aguiar, João Bosco Rocha, Wanderley Freitas, Moisés Maciel da Costa, Franciná Lira, Fátima Lira, Sílvio Grijó, Carlos Pond, Eylan Lins e Marquinhos Negritude. É registro histórico, documento para a posteridade.
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