1961 UMA NOVELA NA ERA KENNEDY
1961 UMA NOVELA NA ERA KENNEDY
R$70,00
“Os livros de Joel Macedo têm cheiro, cor, trilha
sonora, temperatura.
A imersão na bolha contracultural dos saudosos
anos 60 é completa”
Pedro Emmanuel Goes
jornalista
“Livro saboroso, para ler de uma sentada só.
Um convite para refletirmos sobre a diversidade
de raça, gênero e religião nos dias de hoje.
De quebra, o autor nos leva a um delicioso passeio
pela Nova York musicalmente borbulhante da
era Kennedy”
Cíntia Barreto
produtora cultural
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Additional information
| Weight | 0,300 kg |
|---|---|
| Dimensions | 15 × 21 cm |
| Nº de Páginas | 192 |
Vendor Information
- Store Name: Joel Macedo
- Vendor: Joel Macedo
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Consulta do produto
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O GENERAL DO SERTÃO
O GENERAL DO SERTÃOEm Boa Vista (Tocantinópolis), no extremo norte goiano e no ano de 1892, o Intendente Francisco de Sales Maciel Perna e o Juiz Hermeto Martins resolveram levar a julgamento o caso Gouveia, contrariando os interesses do Coronel Carlos Gomes Leitão.
Leitão, que havia perdido as eleições para Perna, reagiu invadindo a cidade, para eliminar as autoridades ou expulsá-las.
Os dois grupos travaram uma guerra de ódio, rapinagem e extermínio. O conflito durou dois anos, eliminou famílias inteiras, estuprou, crucificou e praticou toda sorte de atrocidades.
Quando os pernistas estavam quase vencidos, e a região arrasada pelo banditismo leitonista, surgiu a figura de Zé Dias, o General do Sertão. Homem simples, Zé Dias liderou a reação popular, tornou-se imbatível e virou lenda no sertão.
A guerra provocou uma verdadeira diáspora de Boa Vista, empurrando a população para o Oeste e ajudando no surgimento de outras cidades, como Conceição do Araguaia e Marabá, por exemplo.
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AUTOS ATOS TEATRAIS
AUTOS ATOS TEATRAISOs espetáculos que trago neste livro, ‘Autos atos teatrais’, talvez sejam excessivamente idealistas para uma sociedade onde imperam as desigualdades de raça, gênero e classe. Entretanto, não faria sentido passar por esta vida e não questionar os males que nos aflige, ainda mais sendo eu de origem pobre, negro e nordestino. Identidades estigmatizadas, discriminadas e relegadas ao desprestígio, nesse país que reclama uma branquitude a qual não possui.
Para o escritor moçambicano Mia Couto, o ato de escrever é um reclamo por um mundo melhor. Segundo ele, “nenhum escritor pode dizer que está ausente dessa intenção de mudar o mundo”. O saudoso humorista e dramaturgo Jô Soares, nos estimula na empreitada de enfrentar os males que nos inquietam refletindo que “a vida é o que a gente veio fazer aqui”.
Em ‘Uma ideia chamada Negro Cosme’ resgato figuras da Revolta da Balaiada (1838 a 1841), fazendo justiça a Cosme Bento das Chagas, o Negro Cosme, que deu sua vida pela causa negra, e incluo pessoas que há mais de 20 anos estão na luta pela nossa emancipação negra, em Imperatriz. No espetáculo, ‘O Rei Communis’, volto no tempo e brinco com a imaginação para tratar de um tema atual que não seria tabu, se a hipocrisia não imperasse no seio de nossa sociedade, que é a homossexualidade. De todos os espetáculos, penso, esse é o mais improvável, mas necessário.
O livro é finalizado com a comédia, ‘Escorregou, foi na calçada!’, onde destaco a fragilidade e incoerência de certos valores que a sociedade professa, inclusive, com a confidencialidade de instituições paradigmáticas como a Igreja, que acaba por se colocar em situações embaraçosas. É um viva às nossas tradições populares nordestinas.
Esses três espetáculos, e em especial seus personagens, são resultados de vivências e escutas. E transformá-las em ação teatral foi um exercício de imaginação e divertimento, mas claro, sem deixar de lado o tom questionador de sempre.
Espero que goste.
R$30,00Add to cart

