À FLOR DA PELE
R$31,00
O que nos faz ler poesia? O que nos faz ler contos? “À FLOR DA PELE” é um livro que leva a pensar o utópico e o real, tudo isso para se viver em prosa e verso à flor da pele. Assim, por meio de poemas que nos interrogam do que vale o paraíso, o mesmo lápis que escreve é também o que desnuda a humanidade e parte em busca de revelar a alma e o desejo, o sonho e a realidade.
Os minicontos permeiam o fantástico, o extraordinário e o real, “ O Marlim e a Andorinha” mostra a impossibilidade de um amor, “Uma segunda chance” apresenta uma fábula que vai além do que se conhece até os dias de hoje; “Espaço conquistado” enfatiza que a mulher é a senhora das suas escolhas; “ A casa velha” traz um pouco de extraordinário para a realidade de vida.
O livro, portanto, traz um pouco de poesia para os momentos de ócio e para os momentos duros da vida. Ler é deixar essas horas mais criativas.
Additional information
| Weight | 0,300 kg |
|---|---|
| Dimensions | 15 × 21 cm |
| Nº de Páginas | 105 |
Vendor Information
- Store Name: Filos Editora
- Vendor: Filos Editora
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CURA HÉTERO
CURA HÉTEROCura Hétero conta a história de Pedro, um jovem branco de classe média que se muda para a cidade de Belo Horizonte – MG, quando completa seus dezoito anos de idade.
É filho de João e Antônio, dois religiosos, que o adotaram ainda recém-nascido a fim de dar amor e uma educação longe do pecado do mundo.
Pedro vive nessa sociedade majoritariamente cristã, conservadora e que abomina o heterossexualismo, o considerando como um ato de promiscuidade e pecado. Apenas a procriação é permitida, desde que em comum acordo entre homens e mulheres que buscam formar uma família homoafetiva.
Desde muito cedo, Pedro manifestava trejeitos heterossexuais, e isso perpassa por toda sua trajetória.
Numa aristocracia em que meninas vestem azul e meninos vestem rosa, o personagem se movimenta numa conflituosa luta entre as expectativas sociais e a sua própria existência: existência negada, ameaçada e constantemente ferida. Entre a vida e a morte de ser quem é, Pedro (sobre)vive.
MULHERES DE FIBRA
MULHERES DE FIBRASou grato a Deus por poder escrever o presente trabalho sobre essas duas grandes artistas sobre as quais tive a oportunidade de ser testemunha ocular das vossas maestrias. O objetivo deste trabalho é poder sintetizar a biografia e obra artística para organizar, num futuro próximo, um catálogo especializado em artes. Outra intencionalidade é mostrar como essas duas MULHERES DE FIBRA quebraram barreiras sociais e mostram a mim que nunca é tarde para ter objetivos na vida. Fato é que conseguiram ingressar na Academia de Letras após os 75 anos de idade e ambas continuam lindas e produtivas.
É muito comum ouvir lamúrias de que está tarde para fazer isso ou aquilo, por exemplo, “estou muito velha para estudar” (não tendo mais de 50 anos), “acabei o primário ou o segundo grau muitos anos, estou velha para fazer faculdade” (com aproximadamente 60 anos). Uma Mulher de fibra no mundo das artes que considero de forma especial é CORA CORALINA, que com 76 anos publicou o seu primeiro livro (um dos maiores expoentes da poesia moderna). Foi me dada a oportunidade de participar deste projeto organizando os dados e escrevendo a minha impressão como poeta. Eu não poderia, então, deixar passar a oportunidade de fazer a homenagem em vida.
EU VI, OUVI E SOU TESTEMUNHA
EU VI, OUVI E SOU TESTEMUNHAO livro narra eventos vivenciados pelo Diácono em sua trajetória religiosa.
ESCREVER PARA NÃO ENLOUQUECER
ESCREVER PARA NÃO ENLOUQUECERO que você faz quando se vê em uma situação difícil de se lidar ? Como a solidão, a falta de alguém ou preso a uma vida totalmente diferente da que você tinha antes ?
Como fazer para não enlouquecer e se afundar em depressão ?
Tenho muitas coisas dentro de mim que me machucam por vários motivos e isso acaba se transformando em raiva e para mim não enlouquecer sozinho e calado, acabo colocando todos esses sentimentos pra fora em forma de rimas, poesia, poemas ou apenas linhas e palavras soltas.
A minha escapatória foi escrever tudo que me fazia mal, coloquei tudo para fora em forma de rimas e poesias, essa foi a minha salvação.
Escrevi pra mim, escrevi de mim, para os outros, e dos outros. Escrevi para o meu blog, escrevi para fazer uma música, escrevi para me desestressar, escrevi para rimar, escrevi para me declara, escrevi de algo que foi tirado de mim e só deixou saudades e escrevi principalmente para me expressar.
E assim surgiram muitos textos variados, falando um pouco de tudo.
O MÁGICO EQUILIBRISTA
O MÁGICO EQUILIBRISTAPor norma – me corrijam se eu estiver enganado – fazer a apresentação de um livro de poesia é, por si só, uma tarefa árdua e difícil na qual com extrema facilidade podemos nos perder em análises supérfluas, fora de contexto ou exíguas de um conteúdo, prejudicando não só o livro mas também o autor e criando falsas imagens para quem lê.
Então, não querendo cair nas armadilhas que atrás mencionei, julgo ser de todo preferível contornar possíveis exames individualizados deste ou daquele poema e centrar a atenção no “todo poético dessa obra”.
Apresento ao nobre leitor, Ismael Rodrigues Silva, um verdadeiro poeta, em todas as suas definições. Sou um tanto quanto suspeito de falar por conhecê-lo pessoalmente, mas confesso que minha atenção ficou encantada com essa história de vida escrita em versos, às vezes sutil, outras vezes esmagador.
MAÉ, este é o epíteto dele. Leiam pausadamente, e como escrevi lá no início, por norma – me corrijam se eu estiver enganado.
O ORFANATO
O ORFANATOA nação, comanda.
Os órfãos são procurados.
Um refúgio.
Bem-vindo ao orfanato.








