A FLOR INVERTIDA
A FLOR INVERTIDA
R$25,00
A Flor Invertida é o primeiro livro publicado de Lilly Magaflor. Nele encontramos poemas,pequenos contos e reflexões em tons existencialistas, que trazem memórias reais da vida da autora, tanto quanto sentimentos plenamente vividos com sua imaginação de poeta.
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Additional information
| Weight | 0,300 kg |
|---|---|
| Dimensions | 15 × 21 cm |
| Nº de Páginas | 64 |
Vendor Information
- Store Name: Lilly Magaflor
- Vendor: Lilly Magaflor
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AROMA EM VERSOS
AROMA EM VERSOSEm 2015, era uma efervescência da poesia no Facebook e havia vários grupos de seus amantes, entre escritores e leitores da arte literária. Foi nesse contexto, que conheci minha amiga Isa M. A. da Silva, ela é daquelas leitoras vorazes e sempre amou os poemas.
Assim, eu, ela e nossa amiga Maria, fundamos o grupo de amantes da poesia. “Orquidófilas Apaixonados”, outra paixão entre nós, as orquídeas. Eu e Maria já postávamos no Facebook nossos escritos, mas Isa não! Sempre muito exigente consigo mesma, não via graça no que escrevia; e a nós, as amigas cabiam incentivá-la para que ela publicasse e se deixasse avaliar pelos leitores do nosso grupo, acreditávamos que só assim ela passasse a valorizar seus textos, pois, o que ela nos permitia ler continha uma sensibilidade incrível, geralmente eram versos sobre um amor não vivido, tema que sabemos ser pertinente nas escritas de todo poeta. Pois bem, Isa aceitou o desafio de publicar seus escritos, e como já sabíamos, tinha seus leitores.
Eu estava publicando alguns livros, porém, pelo vai e vem da vida, nossa amizade teve um hiato, ao ponto de perdermos contato, por questões de problemas de saúde me ausentei das redes sociais.
Retornando há pouco, tenho a grata notícia de Isa, minha amiga, tímida poetisa publicando seu primeiro livro de poemas.
Não preciso dizer da minha alegria com esse feito dela, mas quero registrar, que nesse momento difícil em todos os aspectos para a humanidade, Isa se revela de uma grandeza d’alma, uma esperança na arte e uma crença no ser humano que me comove e me contagia ao ponto de sentir o frescor e conseguir respirar ar puro.
Querida amiga poetisa e escritora, que as musas te soprem os ventos do sucesso e Deus permita a ti chegar. Cleópatra Melo, poeta e escritora de Belém do Pará.
Noite abafada do inverno amazônico, 03 de fevereiro de 2021
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DETALHES DO MEU EU ESTILHAÇADO
DETALHES DO MEU EU ESTILHAÇADODepois de tantas rimas e versos, mergulhando em inúmeras quedas, amores e ilusões, passando de maneira intensa pelas reflexões. Cheguei a me perguntar se alguém, em algum momento consideraria tudo isso confuso, depois de um verso sobre coração partido, voltar a falar de amor, falar alegria depois de falar da dor. Mas é isso que a vida é: um inexplicável confusão.
A gente se quebra pra se reconstruir, um amor vem, outro vai e a gente continua aqui. Muitas vezes despedaçado, até decidir colar os cacos, que nem sempre alguém deixou, as vezes foi a vida e só.
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O LAGO DOS CRISTAIS
O LAGO DOS CRISTAISA história de Damiana e Vitória – mãe e filha – mulheres fortes que não só enfrentam todas as barreiras que se apresentam a sua frente, mas que também as vencem, seria muito parecida à de muitas mulheres pretas pelo mundo, se não fosse por um legado transmitido por suas antepassadas, de mães para filhas: o conhecimento da folha sagrada. Filha de pais e avós analfabetos, ex-escravos, Damiana acompanhava quando criança, mata adentro, sua avó Clemência, em busca da planta e, quando a encontravam, passavam horas preparando o chá que as transportaria a um outro patamar de consciência. Ao chegarem a Portugal, mãe e filha
tiveram que enfrentar duras batalhas, como lutar contra o racismo e o preconceito, porém, para Damiana, algo muito mais chocante estava por acontecer quando começou a sonhar com o Lago dos Cristais.
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A PATOLOGIA DO BEM
A PATOLOGIA DO BEMA obra “A patologia do bem – Um diálogo poético em plena pandemia” consolida, em texto, o que foi a primeira edição do movimento “Patologia Cultural”, realizado na data histórica de 30 de abril de 2021, no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-AM), promovido pela Academia de Letras e Culturas da Amazônia (ALCAMA) e pela Associação Brasileira dos Escritores e Poetas Pan-Amazônicos (ABEPPA), sob inspiração e coordenação-geral do professor, escritor e poeta Paulo Queiroz, também presidente de ambas as entidades.
O encontro, concebido para resgatar os saraus de antes da pandemia de coronavírus, a qual provocou a reclusão e o afastamento social, teve e tem como objetivo principal “socorrer os enfermos da saudade”, em especial os da classe artística, cuja necessidade de exprimir-se é tão vital quanto o de respirar. Não foi por outro motivo, aliás, que se escolheu a figura do saudoso escritor Armando Andrade de Menezes, ex-presidente da Academia Amazonense de Letras (AAL), criador e mantenedor do famoso “Chá do Armando”, como patrono, in memoriam, do movimento “Patologia Cultural”. Com os cuidados devidos, em número de participantes e em regras de higiene, o evento revestiu-se de grande sucesso, tanto, que já caminha para a sua terceira edição.
Crônicas, poesias, contos, artes visuais e plásticas, música e tudo o que foi dito e mostrado na reunião inaugural, dentro dos limites do papel, vem aqui reproduzido e assinado pelos seus autores, a saber: Pedro Lucas Lindoso, Maxiliano Barros, Nelcélia Macena, Maria Luíza Brasil, Cassius Clei Aguiar, João Bosco Rocha, Wanderley Freitas, Moisés Maciel da Costa, Franciná Lira, Fátima Lira, Sílvio Grijó, Carlos Pond, Eylan Lins e Marquinhos Negritude. É registro histórico, documento para a posteridade.
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ESCREVER PARA NÃO ENLOUQUECER
ESCREVER PARA NÃO ENLOUQUECERO que você faz quando se vê em uma situação difícil de se lidar ? Como a solidão, a falta de alguém ou preso a uma vida totalmente diferente da que você tinha antes ?
Como fazer para não enlouquecer e se afundar em depressão ?
Tenho muitas coisas dentro de mim que me machucam por vários motivos e isso acaba se transformando em raiva e para mim não enlouquecer sozinho e calado, acabo colocando todos esses sentimentos pra fora em forma de rimas, poesia, poemas ou apenas linhas e palavras soltas.
A minha escapatória foi escrever tudo que me fazia mal, coloquei tudo para fora em forma de rimas e poesias, essa foi a minha salvação.
Escrevi pra mim, escrevi de mim, para os outros, e dos outros. Escrevi para o meu blog, escrevi para fazer uma música, escrevi para me desestressar, escrevi para rimar, escrevi para me declara, escrevi de algo que foi tirado de mim e só deixou saudades e escrevi principalmente para me expressar.
E assim surgiram muitos textos variados, falando um pouco de tudo.
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