A MINHA METAMORFOSE
A MINHA METAMORFOSE
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O livro retrata muitas experiências vivenciadas por mim e relata a forma de como eu reagi a essas mesmas experiências.
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| Weight | 0,300 kg |
|---|---|
| Dimensions | 15 × 21 cm |
| Nº de Páginas | 95 |
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- Store Name: Silvia Maria da Silva Raimundo Cardoso
- Vendor: Silvia Maria da Silva Raimundo Cardoso
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A PATOLOGIA DO BEM
A PATOLOGIA DO BEMA obra “A patologia do bem – Um diálogo poético em plena pandemia” consolida, em texto, o que foi a primeira edição do movimento “Patologia Cultural”, realizado na data histórica de 30 de abril de 2021, no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-AM), promovido pela Academia de Letras e Culturas da Amazônia (ALCAMA) e pela Associação Brasileira dos Escritores e Poetas Pan-Amazônicos (ABEPPA), sob inspiração e coordenação-geral do professor, escritor e poeta Paulo Queiroz, também presidente de ambas as entidades.
O encontro, concebido para resgatar os saraus de antes da pandemia de coronavírus, a qual provocou a reclusão e o afastamento social, teve e tem como objetivo principal “socorrer os enfermos da saudade”, em especial os da classe artística, cuja necessidade de exprimir-se é tão vital quanto o de respirar. Não foi por outro motivo, aliás, que se escolheu a figura do saudoso escritor Armando Andrade de Menezes, ex-presidente da Academia Amazonense de Letras (AAL), criador e mantenedor do famoso “Chá do Armando”, como patrono, in memoriam, do movimento “Patologia Cultural”. Com os cuidados devidos, em número de participantes e em regras de higiene, o evento revestiu-se de grande sucesso, tanto, que já caminha para a sua terceira edição.
Crônicas, poesias, contos, artes visuais e plásticas, música e tudo o que foi dito e mostrado na reunião inaugural, dentro dos limites do papel, vem aqui reproduzido e assinado pelos seus autores, a saber: Pedro Lucas Lindoso, Maxiliano Barros, Nelcélia Macena, Maria Luíza Brasil, Cassius Clei Aguiar, João Bosco Rocha, Wanderley Freitas, Moisés Maciel da Costa, Franciná Lira, Fátima Lira, Sílvio Grijó, Carlos Pond, Eylan Lins e Marquinhos Negritude. É registro histórico, documento para a posteridade.
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MINHAS CEM VIDAS
MINHAS CEM VIDASEste livro foi baseado em fatos reais, em trinta e oito anos de vida do autor, são histórias reais com todas as personagens com seus respectivos nomes reais, histórias estas transformadas em poesias!
Agradeço á Deus por este dom maravilhoso, agradeço a cada uma dessas mulheres maravilhosas que escreveram na linha do tempo a minha história, agradeço á minha família e a todos os meus amigos pelo apoio!
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HISTÓRIAS CRUZADAS
HISTÓRIAS CRUZADASO livro “Histórias cruzadas: trajetórias, memórias e identidades de estudantes universitários” surge em um contexto de reconhecimento da potência das histórias de vida dos estudantes em busca do diploma universitário. O ponto principal do livro trata-se da construção de identidades sociais coletivas, que se assemelham no percurso escolar e se encontram no ambiente acadêmico do Ensino Superior. Os relatos autobiográficos dos estudantes são ricos pela sensibilidade poética da escrita, pela resiliência nas experiências de superação das desigualdades sociais, violências e perdas, bem como pela esperança de um futuro melhor para si mesmos e para a família. Neste sentido, o livro pretende ser um recorte político e social do registro das vidas de milhões de estudantes trabalhadores brasileiros que sonham com uma profissão a partir do universitário.
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VIVENDO NUMA KOMBI PELO SUL DO BRASIL E OUTROS 4 PAÍSES
VIVENDO NUMA KOMBI PELO SUL DO BRASIL E OUTROS 4 PAÍSESR$94,00Add to cart
VIVENDO NUMA KOMBI PELO SUL DO BRASIL E OUTROS 4 PAÍSES
VIVENDO NUMA KOMBI PELO SUL DO BRASIL E OUTROS 4 PAÍSESSonhamos viajar pelo mundo por mais de 10 anos, mas esse sonho só virou realidade depois que sofremos um grave acidente. Nascemos de novo e isso nos motivou a transformar esse sonho em realidade.
Nosso principal objetivo era experimentar a liberdade sem ter horário a cumprir, conhecer os países da América do Sul, os Biomas e os picos mais altos de cada Estado brasileiro.
Saímos de Morretes em julho de 2018. Nossa cidade é histórica, charmosa, incrustada na Serra do Mar e imersa na Floresta Atlântica do litoral paranaense. Descemos pelo litoral do Paraná, depois passamos por praias e serras catarinenses e gaúchas. Seguimos rumo ao sul, cruzamos o Uruguai e a Argentina pela costa até a Antártida e chegamos ao “Fim do Mundo” em março de 2019. Depois, rumo ao norte pela famosa Ruta 40, subimos serpenteando as Cordilheiras dos Andes. Cruzamos a fronteira várias vezes pelas aduanas entre a Argentina e o Chile. A 40 passa por geleiras, vulcões, montanhas nevadas e desertos até chegar ao nordeste do país, onde dá acesso à estrada que leva ao Deserto do Atacama. De onde partimos para conhecer o Salar do Uyuni na Bolívia e voltamos para o Chile. De lá voltamos para a Argentina. Margeamos o Paraguai pela Argentina e retornamos ao Brasil pela tríplice fronteira chegando em casa em dezembro de 2019.
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DIÁRIO LUNÁTICO
DIÁRIO LUNÁTICOSeu sonho era se tornar escritora, mas sua vida cheia de afazeres, empecilhos, dilemas, emoções e contratempos, fazem com que a autora relate de uma forma divertida, sentimental e romântica, entre trabalho, filhos, marido e casa, a vida de uma brasileira de meia idade em uma sociedade competitiva, meritocrática e eficiente que é a da Alemanha.
A autora com seu temperamento latino e emotivo se confronta em várias situações com o lado prático do seu esposo alemão, gerando muitas lágrimas e risadas proveniente desse caos diário que os dois compartilham com os filhos adolescentes aos extremos.
“Depois desse desabafo, resolvi desabafar com o meu marido, já que tinha começado iria continuar, ainda mais que percebi que nem pão para o jantar ele tinha comprado. Era a forma dele dizer, justo no meu aniversário, que eu deveria fazer uma dieta? Eu lhe disse que nunca me levava a lugar algum, que se eu convidasse alguém para vir em nossa casa, ainda teria que cozinhar, limpar e servir, e que já estava cansada disso tudo. Ele me respondeu, que era porque estava doente, e os outros 15 anos de casados, ele estava sempre doente? Ano passado foi porque era no meio da semana, esse ano é a gripe fatal, e assim continua.
Eu não queria uma festa, e sim sair para jantar com minha família, fazer algo diferente nesse dia. E não assistir televisão a noite como sempre e comer o que eu mesma cozinho.”
“Estava olhando os vídeos de carnavais passados, quando uma lágrima nostálgica caiu dos meus olhos. O meu marido me perguntou se eu estava bem, eu lhe expliquei que essa época do ano me deixa assim, afinal em Salvador era verão, carnaval e música. Aqui era inverno, frio e a música, nem comento.
Ele me consolou como todo alemão consolaria, prático, sensato e racional. Me disse que eu deveria estar feliz por ter vivenciado tudo isso, que tinha sorte pois na cidade onde vivemos, também se comemora o carnaval. Eu tenho saúde e talvez um dia possa novamente passar o carnaval em Salvador, quando as crianças estejam maiores (já imagino a cena, eu caquética pulando de bengalas atrás do trio, só rindo no meio de lágrimas).”
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