A SAGA DO VAMPIRO MOGKULL
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Em 330 A.C, o nobre Wojciech Mogkull, da Colônia de Biskupim, busca a vida eterna num ritual sangrento aos deuses Ptah e Sekmet no Egito.
No Japão Feudal, Katomi Tano, o mestre guerreiro, abre o portão de cedro do templo Shin-Tao ao misterioso estrangeiro dedicado ao ofício da morte.
Nova York, 1996. Um alto executivo japonês trabalha na filial de uma grande empresa de seu país, em Nova York. Sua vida, tranquila e bem definida, entretanto, vê-se subitamente virada de cabeça para baixo. Pessoas com quem teve contato são mortas violentamente. E a polícia está em seu encalço, suspeitando de que seja o mentor intelectual dos crimes.
Acompanhe A Saga do Vampiro Mogkull através dos séculos, numa história que transita entre os mistérios do sobrenatural, investigação policial, a arte das lutas orientais e o código do Bushido.
Additional information
| Weight | 0,300 kg |
|---|---|
| Dimensions | 15 × 21 cm |
| Nº de Páginas | 258 |
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ENCONTRO NACIONAL NOSSA REDE
ENCONTRO NACIONAL NOSSA REDEA presente obra apresenta os Resumos dos trabalhos submetido e aprovados para o II ENCONTRO NACIONAL NOSSA REDE. E respeitando os protocolos de segurança preconizados pela Organização Mundial de Saúde no combate ao coronavírus, sobretudo, o distanciamento físico, estamos realizando o II ENCONTRO NACIONAL, intitulado: OS IMPACTOS DA PANDEMIA NA EDUCAÇÃO EM ESPAÇOS DE RESTRIÇÃO E PRIVAÇÃO DE LIBERDADE, 9, 10, 11/11/2021 na versão ON LINE.
Este Encontro é direcionado aos integrantes da NOSSA REDE, bem como a todos aqueles que têm interesse nas discussões sobre educação às pessoas em situação de restrição e privação de liberdade.
F.E.B.E.M
F.E.B.E.MAlexandre Leal Goes tem 47 anos, destes, 30 anos dedicado ao teatro como ator, dramaturgo, professor de teatro e educador.
Formado em Artes Cênicas pela Escola de Arte Dramática, Pedagogo pela UNICID, pós-graduado em Arte, Cultura e Educação pela POLIS DAS ARTES e atualmente cursando Letras pela UNIVESP/USP/UNESP.
Profissionalmente atua como arte educador, educador social, pedagogo, professor de teatro, ator, contador de histórias, escritor, poeta e dramaturgo.
Atualmente é Coordenador Pedagógico no CEI JARDIM TANAY e Professor de Teatro da RECRIARTE.
Como professor, educador ou arte educador esteve a frente de várias instituições sociais como: CEDECA Interlagos, Fundação Casa, Casa de Cultura e Cidadania da AES Eletropaulo, SESC SP, entre outras. Sempre buscando a transformação através da educação, da cultura e da arte.
Como ator fez parte do Grupo RIA (tradicional e importante grupo teatral que adapta obras literárias para o teatro) e da Companhia do Ator importante celeiro de atores experientes que acolhe artistas e atores da nova geração tendo como destaque seu fundador e diretor Gabriel Catellani embaixador cultural do Brasil em três continentes, além de fundador, gestor administrativo master e o coordenador geral da área teatral da escola Recriarte.
Como escritor e dramaturgo escreveu: Foguete Espacial para o Bem estar do Menor; Escolhas; Camaleões; Jeitinho Brasileiro; Memórias da Pele. Além disso roteirizou três espetáculos: Desafio Mitológico; Só Sei Que Foi Assim; Jovens. Atualmente trabalha em duas outras dramaturgias originais.
O AMOR QUE TRANSFORMA
O AMOR QUE TRANSFORMAAos dezesseis anos, Ella Patterson não tinha como saber que Carter se tornaria o imbecil que era agora. Mas o pior de tudo, era saber que o real motivo para essa mudança, ou melhor, o nome do motivo, era Jenny O’brian. Doze anos depois, Ella se tornou uma mulher amarga e fútil, que ainda culpa Jenny por tudo que deu errado em sua vida. Através de uma narrativa que intercala presente e passado, vamos conhecer tudo que aconteceu entre elas, e como Carter se encaixa em suas histórias. Entre de cabeça e conheça o verdadeiro Amor que transforma junto com os personagens.
ENTRE LINHAS E PERCEPÇÕES
ENTRE LINHAS E PERCEPÇÕESHora dessas ainda encontro
Nestas linhas a solução.
Procuro preencher
A grande lacuna que há
Entre o amor e a razão.
Noutrora só desejo
Colocar tudo pra fora.
Escrevo com empenho
De quem sente o mundo
Ontem, amanhã e agora.
Atemporal, eu diria.
Datar a tal da percepção
Tarefa impossível seria.
Difícil qualificar a emoção.
Então coloquei por aqui
O que quero preservar.
Escrevo com ânsia à suprir
A quantificação do existir.
A sensação de uma vida.
Da existência elementar.
Esclareço meus anseios
Sou daqueles devaneios
De nenhum lugar.
Nem terra, nem fogo.
Abstrata como o ar.
AS CRÔNICAS DA ERA DOS VENTOS
AS CRÔNICAS DA ERA DOS VENTOSNo final do século XXI da Era Cristã, a população mundial chegou a doze bilhões. Por conseguinte, os conflitos quase dizimaram por completo a humanidade. Mas, graças ao Santo Graal, sobreviventes de uma cidade da Região Serrana do Rio de Janeiro deram início à Era dos Ventos.
Com o passar dos séculos, mais precisamente no ano de 1174 da Era dos Ventos, novos povos, culturas, religiões, feiticeiros e animais fantásticos povoavam a Terra. Nesse mesmo ano, dois reinos estavam à beira de um conflito. O Reino do Sul foi acusado de envenenar o rei de Traumland. Enquanto se resolvia o conflito, a rainha de Traumland contratou cinco mercenários para encontrar os itens da poção para salvar o monarca.
Os mercenários e um aprendiz de feiticeiro saem pelo mundo para capturar catóblepa, basilisco, fênix e outras criaturas fantásticas. Para isso, lutam com dragões, piratas e seres mágicos.
Quem envenenou o rei? Será que os mercenários conseguirão ajudar o Reino de Traumland? Será que todos são confiáveis? As respostas estão em: As Crônicas da Era dos Ventos.
CURA HÉTERO
CURA HÉTEROCura Hétero conta a história de Pedro, um jovem branco de classe média que se muda para a cidade de Belo Horizonte – MG, quando completa seus dezoito anos de idade.
É filho de João e Antônio, dois religiosos, que o adotaram ainda recém-nascido a fim de dar amor e uma educação longe do pecado do mundo.
Pedro vive nessa sociedade majoritariamente cristã, conservadora e que abomina o heterossexualismo, o considerando como um ato de promiscuidade e pecado. Apenas a procriação é permitida, desde que em comum acordo entre homens e mulheres que buscam formar uma família homoafetiva.
Desde muito cedo, Pedro manifestava trejeitos heterossexuais, e isso perpassa por toda sua trajetória.
Numa aristocracia em que meninas vestem azul e meninos vestem rosa, o personagem se movimenta numa conflituosa luta entre as expectativas sociais e a sua própria existência: existência negada, ameaçada e constantemente ferida. Entre a vida e a morte de ser quem é, Pedro (sobre)vive.

