ALÔ ALÔ INTERIOR!
ALÔ ALÔ INTERIOR!
R$31,00
“Alô Alô Interior!”, é a segunda obra do autor, trata-se de um conjunto de 16 contos, cujos temas abordam o cotidiano nas regiões ribeirinhas e áreas urbanas de Belém e Abaetetuba. O estilo é realista, resgatando memórias e trazendo à luz assuntos atuais, mas que estavam presentes no passado do povo do Norte: exploração do trabalho, problemas ambientais, alcoolismo, depressão, autismo, prostituição e homofobia.
E não faltam tramas com pitadas de humor, drama e mistério, que são marcas registradas do autor. Mais que um relato do tempo, “Alô Alô Interior!” é um chamado para o interior do ser humano.
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| Weight | 0,300 kg |
|---|---|
| Dimensions | 15 × 21 cm |
| Nº de Páginas | 107 |
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- Store Name: Mario Dias da Silva Júnior
- Vendor: Mario Dias da Silva Júnior
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O LAGO DOS CRISTAIS
O LAGO DOS CRISTAISA história de Damiana e Vitória – mãe e filha – mulheres fortes que não só enfrentam todas as barreiras que se apresentam a sua frente, mas que também as vencem, seria muito parecida à de muitas mulheres pretas pelo mundo, se não fosse por um legado transmitido por suas antepassadas, de mães para filhas: o conhecimento da folha sagrada. Filha de pais e avós analfabetos, ex-escravos, Damiana acompanhava quando criança, mata adentro, sua avó Clemência, em busca da planta e, quando a encontravam, passavam horas preparando o chá que as transportaria a um outro patamar de consciência. Ao chegarem a Portugal, mãe e filha
tiveram que enfrentar duras batalhas, como lutar contra o racismo e o preconceito, porém, para Damiana, algo muito mais chocante estava por acontecer quando começou a sonhar com o Lago dos Cristais.
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DOS CONTOS QUE EU CONTO
DOS CONTOS QUE EU CONTO“Quem conta um conto aumenta um ponto”, diz o provérbio popular. Pois bem, eu não aumentei nada nas coisas que eu conto nestes contos porque foi eu mesma que imaginei. Mas caso você queira aumentar os meus contos quando for contar a alguém, sentirei aquele lisonjeio porque eu acredito que toda leitura lida ou ouvida, merece ser aumentada – Veja, aumentada no sentido bom, hein.
Dos contos que eu conto é um convite à reflexão, ao riso, à mudanças e por que não, à criação? São histórias que todo mundo que gosta de ouvir histórias vai parar depois da leitura para se perguntar:
Por que eu não escrevi isso antes?
Conte os seus contos para que alguém lhe dê um canto e lhe aumente uns pontos.
Boa leitura!
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AROMA EM VERSOS
AROMA EM VERSOSEm 2015, era uma efervescência da poesia no Facebook e havia vários grupos de seus amantes, entre escritores e leitores da arte literária. Foi nesse contexto, que conheci minha amiga Isa M. A. da Silva, ela é daquelas leitoras vorazes e sempre amou os poemas.
Assim, eu, ela e nossa amiga Maria, fundamos o grupo de amantes da poesia. “Orquidófilas Apaixonados”, outra paixão entre nós, as orquídeas. Eu e Maria já postávamos no Facebook nossos escritos, mas Isa não! Sempre muito exigente consigo mesma, não via graça no que escrevia; e a nós, as amigas cabiam incentivá-la para que ela publicasse e se deixasse avaliar pelos leitores do nosso grupo, acreditávamos que só assim ela passasse a valorizar seus textos, pois, o que ela nos permitia ler continha uma sensibilidade incrível, geralmente eram versos sobre um amor não vivido, tema que sabemos ser pertinente nas escritas de todo poeta. Pois bem, Isa aceitou o desafio de publicar seus escritos, e como já sabíamos, tinha seus leitores.
Eu estava publicando alguns livros, porém, pelo vai e vem da vida, nossa amizade teve um hiato, ao ponto de perdermos contato, por questões de problemas de saúde me ausentei das redes sociais.
Retornando há pouco, tenho a grata notícia de Isa, minha amiga, tímida poetisa publicando seu primeiro livro de poemas.
Não preciso dizer da minha alegria com esse feito dela, mas quero registrar, que nesse momento difícil em todos os aspectos para a humanidade, Isa se revela de uma grandeza d’alma, uma esperança na arte e uma crença no ser humano que me comove e me contagia ao ponto de sentir o frescor e conseguir respirar ar puro.
Querida amiga poetisa e escritora, que as musas te soprem os ventos do sucesso e Deus permita a ti chegar. Cleópatra Melo, poeta e escritora de Belém do Pará.
Noite abafada do inverno amazônico, 03 de fevereiro de 2021
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QUANDO OS VENTOS SÃO CONTRÁRIOS
QUANDO OS VENTOS SÃO CONTRÁRIOS“Quando os ventos são contrários” é sobre a história e a lição que passa, é aprender com a vida, com o equilíbrio, que não existiria luz se não houvesse trevas, ou não aproveitaríamos tanto um dia ensolarado depois de uma tempestade. É sobre aprender, olhar o mundo de uma outra forma, ter bagagem, grandes mentes, grandes negócios, grandes projetos e se foram fruto de um problema, aprender que na visão de um sábio um problema se torna uma oportunidade. Em uma analogia, o deserto retrata a vida; a passagem que temos pela terra, tempestades, dificuldades são as situações pelas quais nos tornamos grandes; os terceiros são amizades que nos ensinam e que também aprendem conosco; e o final o que mais importa são as bagagens e experiências que adquirimos ao longo da vida e aprendemos a valorizar, ter a visão de que nada é por acaso, e sim tudo tem um propósito. Deixo aqui a minha mensagem, com uma frase de Charles Chaplin, “A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.”
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A PATOLOGIA DO BEM
A PATOLOGIA DO BEMA obra “A patologia do bem – Um diálogo poético em plena pandemia” consolida, em texto, o que foi a primeira edição do movimento “Patologia Cultural”, realizado na data histórica de 30 de abril de 2021, no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-AM), promovido pela Academia de Letras e Culturas da Amazônia (ALCAMA) e pela Associação Brasileira dos Escritores e Poetas Pan-Amazônicos (ABEPPA), sob inspiração e coordenação-geral do professor, escritor e poeta Paulo Queiroz, também presidente de ambas as entidades.
O encontro, concebido para resgatar os saraus de antes da pandemia de coronavírus, a qual provocou a reclusão e o afastamento social, teve e tem como objetivo principal “socorrer os enfermos da saudade”, em especial os da classe artística, cuja necessidade de exprimir-se é tão vital quanto o de respirar. Não foi por outro motivo, aliás, que se escolheu a figura do saudoso escritor Armando Andrade de Menezes, ex-presidente da Academia Amazonense de Letras (AAL), criador e mantenedor do famoso “Chá do Armando”, como patrono, in memoriam, do movimento “Patologia Cultural”. Com os cuidados devidos, em número de participantes e em regras de higiene, o evento revestiu-se de grande sucesso, tanto, que já caminha para a sua terceira edição.
Crônicas, poesias, contos, artes visuais e plásticas, música e tudo o que foi dito e mostrado na reunião inaugural, dentro dos limites do papel, vem aqui reproduzido e assinado pelos seus autores, a saber: Pedro Lucas Lindoso, Maxiliano Barros, Nelcélia Macena, Maria Luíza Brasil, Cassius Clei Aguiar, João Bosco Rocha, Wanderley Freitas, Moisés Maciel da Costa, Franciná Lira, Fátima Lira, Sílvio Grijó, Carlos Pond, Eylan Lins e Marquinhos Negritude. É registro histórico, documento para a posteridade.
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