DOS CONTOS QUE EU CONTO
DOS CONTOS QUE EU CONTO
R$28,00
“Quem conta um conto aumenta um ponto”, diz o provérbio popular. Pois bem, eu não aumentei nada nas coisas que eu conto nestes contos porque foi eu mesma que imaginei. Mas caso você queira aumentar os meus contos quando for contar a alguém, sentirei aquele lisonjeio porque eu acredito que toda leitura lida ou ouvida, merece ser aumentada – Veja, aumentada no sentido bom, hein.
Dos contos que eu conto é um convite à reflexão, ao riso, à mudanças e por que não, à criação? São histórias que todo mundo que gosta de ouvir histórias vai parar depois da leitura para se perguntar:
Por que eu não escrevi isso antes?
Conte os seus contos para que alguém lhe dê um canto e lhe aumente uns pontos.
Boa leitura!
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Additional information
| Weight | 0,300 kg |
|---|---|
| Dimensions | 15 × 21 cm |
| Nº de Páginas | 90 |
Vendor Information
- Store Name: Auricélia de Jesus Ferreira Alves
- Vendor: Auricélia de Jesus Ferreira Alves
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A PATOLOGIA DO BEMA obra “A patologia do bem – Um diálogo poético em plena pandemia” consolida, em texto, o que foi a primeira edição do movimento “Patologia Cultural”, realizado na data histórica de 30 de abril de 2021, no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-AM), promovido pela Academia de Letras e Culturas da Amazônia (ALCAMA) e pela Associação Brasileira dos Escritores e Poetas Pan-Amazônicos (ABEPPA), sob inspiração e coordenação-geral do professor, escritor e poeta Paulo Queiroz, também presidente de ambas as entidades.
O encontro, concebido para resgatar os saraus de antes da pandemia de coronavírus, a qual provocou a reclusão e o afastamento social, teve e tem como objetivo principal “socorrer os enfermos da saudade”, em especial os da classe artística, cuja necessidade de exprimir-se é tão vital quanto o de respirar. Não foi por outro motivo, aliás, que se escolheu a figura do saudoso escritor Armando Andrade de Menezes, ex-presidente da Academia Amazonense de Letras (AAL), criador e mantenedor do famoso “Chá do Armando”, como patrono, in memoriam, do movimento “Patologia Cultural”. Com os cuidados devidos, em número de participantes e em regras de higiene, o evento revestiu-se de grande sucesso, tanto, que já caminha para a sua terceira edição.
Crônicas, poesias, contos, artes visuais e plásticas, música e tudo o que foi dito e mostrado na reunião inaugural, dentro dos limites do papel, vem aqui reproduzido e assinado pelos seus autores, a saber: Pedro Lucas Lindoso, Maxiliano Barros, Nelcélia Macena, Maria Luíza Brasil, Cassius Clei Aguiar, João Bosco Rocha, Wanderley Freitas, Moisés Maciel da Costa, Franciná Lira, Fátima Lira, Sílvio Grijó, Carlos Pond, Eylan Lins e Marquinhos Negritude. É registro histórico, documento para a posteridade.
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Eu estava publicando alguns livros, porém, pelo vai e vem da vida, nossa amizade teve um hiato, ao ponto de perdermos contato, por questões de problemas de saúde me ausentei das redes sociais.
Retornando há pouco, tenho a grata notícia de Isa, minha amiga, tímida poetisa publicando seu primeiro livro de poemas.
Não preciso dizer da minha alegria com esse feito dela, mas quero registrar, que nesse momento difícil em todos os aspectos para a humanidade, Isa se revela de uma grandeza d’alma, uma esperança na arte e uma crença no ser humano que me comove e me contagia ao ponto de sentir o frescor e conseguir respirar ar puro.
Querida amiga poetisa e escritora, que as musas te soprem os ventos do sucesso e Deus permita a ti chegar. Cleópatra Melo, poeta e escritora de Belém do Pará.
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