E-BOOK: FILHO PRÓDIGO
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| Nº de Páginas | 59 |
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| Versão do Livro | Versão ebook |
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AUTOS ATOS TEATRAISOs espetáculos que trago neste livro, ‘Autos atos teatrais’, talvez sejam excessivamente idealistas para uma sociedade onde imperam as desigualdades de raça, gênero e classe. Entretanto, não faria sentido passar por esta vida e não questionar os males que nos aflige, ainda mais sendo eu de origem pobre, negro e nordestino. Identidades estigmatizadas, discriminadas e relegadas ao desprestígio, nesse país que reclama uma branquitude a qual não possui.
Para o escritor moçambicano Mia Couto, o ato de escrever é um reclamo por um mundo melhor. Segundo ele, “nenhum escritor pode dizer que está ausente dessa intenção de mudar o mundo”. O saudoso humorista e dramaturgo Jô Soares, nos estimula na empreitada de enfrentar os males que nos inquietam refletindo que “a vida é o que a gente veio fazer aqui”.
Em ‘Uma ideia chamada Negro Cosme’ resgato figuras da Revolta da Balaiada (1838 a 1841), fazendo justiça a Cosme Bento das Chagas, o Negro Cosme, que deu sua vida pela causa negra, e incluo pessoas que há mais de 20 anos estão na luta pela nossa emancipação negra, em Imperatriz. No espetáculo, ‘O Rei Communis’, volto no tempo e brinco com a imaginação para tratar de um tema atual que não seria tabu, se a hipocrisia não imperasse no seio de nossa sociedade, que é a homossexualidade. De todos os espetáculos, penso, esse é o mais improvável, mas necessário.
O livro é finalizado com a comédia, ‘Escorregou, foi na calçada!’, onde destaco a fragilidade e incoerência de certos valores que a sociedade professa, inclusive, com a confidencialidade de instituições paradigmáticas como a Igreja, que acaba por se colocar em situações embaraçosas. É um viva às nossas tradições populares nordestinas.
Esses três espetáculos, e em especial seus personagens, são resultados de vivências e escutas. E transformá-las em ação teatral foi um exercício de imaginação e divertimento, mas claro, sem deixar de lado o tom questionador de sempre.
Espero que goste.
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SEXOLOGIA NA NUMISMÁTICA – versão preto e brancoEntender que os significados de sexo e amor mudam ao longo do tempo torna-se muito importante para o estudo da mídia monetiforme. Significados antigos não podem ser tornados presentes. O amor não possuía na antiguidade clássica o significado que tinha no século XXI. Nem a sexualidade tinha os mesmos significados, uma vez que esta palavra só foi inventada no século XIX para abranger o Emoções e Relações Interpessoais. Além disso do qual deles era designado por sexo: relação sexual, cópula, relação sexual em que a penetração ocorreu.
Este texto iniciou-se com a compilação de peças numismáticas e informações; Anexei complementos com a ampliação da coleção do autor e notas das palestras nas conferências apresentadas sobre o tema em congressos e eventos numismáticos em São Paulo (Brasil), Cidade do México e Veracruz (México), Lima (Peru) e Potosí (Bolívia), Montevideo (Uruguai) e em eventos de sexologia (Recife, São Paulo, Rio de Janeiro; Istambul, Turquia), públicos que merecem nossos agradecimentos pelas sugestões do Colegas numismáticos.
Essas são as bases do estudo que apresentamos.
Vejamos o que aconteceu com o sexo, o amor e o dinheiro ao longo da história das moedas e do meio circulante.
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