ESCREVER PARA NÃO ENLOUQUECER
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O que você faz quando se vê em uma situação difícil de se lidar ? Como a solidão, a falta de alguém ou preso a uma vida totalmente diferente da que você tinha antes ?
Como fazer para não enlouquecer e se afundar em depressão ?
Tenho muitas coisas dentro de mim que me machucam por vários motivos e isso acaba se transformando em raiva e para mim não enlouquecer sozinho e calado, acabo colocando todos esses sentimentos pra fora em forma de rimas, poesia, poemas ou apenas linhas e palavras soltas.
A minha escapatória foi escrever tudo que me fazia mal, coloquei tudo para fora em forma de rimas e poesias, essa foi a minha salvação.
Escrevi pra mim, escrevi de mim, para os outros, e dos outros. Escrevi para o meu blog, escrevi para fazer uma música, escrevi para me desestressar, escrevi para rimar, escrevi para me declara, escrevi de algo que foi tirado de mim e só deixou saudades e escrevi principalmente para me expressar.
E assim surgiram muitos textos variados, falando um pouco de tudo.
Additional information
| Weight | 0,300 kg |
|---|---|
| Dimensions | 15 × 21 cm |
| Nº de Páginas | 126 |
Vendor Information
- Store Name: Filos Editora
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F.E.B.E.M
F.E.B.E.MAlexandre Leal Goes tem 47 anos, destes, 30 anos dedicado ao teatro como ator, dramaturgo, professor de teatro e educador.
Formado em Artes Cênicas pela Escola de Arte Dramática, Pedagogo pela UNICID, pós-graduado em Arte, Cultura e Educação pela POLIS DAS ARTES e atualmente cursando Letras pela UNIVESP/USP/UNESP.
Profissionalmente atua como arte educador, educador social, pedagogo, professor de teatro, ator, contador de histórias, escritor, poeta e dramaturgo.
Atualmente é Coordenador Pedagógico no CEI JARDIM TANAY e Professor de Teatro da RECRIARTE.
Como professor, educador ou arte educador esteve a frente de várias instituições sociais como: CEDECA Interlagos, Fundação Casa, Casa de Cultura e Cidadania da AES Eletropaulo, SESC SP, entre outras. Sempre buscando a transformação através da educação, da cultura e da arte.
Como ator fez parte do Grupo RIA (tradicional e importante grupo teatral que adapta obras literárias para o teatro) e da Companhia do Ator importante celeiro de atores experientes que acolhe artistas e atores da nova geração tendo como destaque seu fundador e diretor Gabriel Catellani embaixador cultural do Brasil em três continentes, além de fundador, gestor administrativo master e o coordenador geral da área teatral da escola Recriarte.
Como escritor e dramaturgo escreveu: Foguete Espacial para o Bem estar do Menor; Escolhas; Camaleões; Jeitinho Brasileiro; Memórias da Pele. Além disso roteirizou três espetáculos: Desafio Mitológico; Só Sei Que Foi Assim; Jovens. Atualmente trabalha em duas outras dramaturgias originais.
O INCRÍVEL MUNDO DE POPINHA
O INCRÍVEL MUNDO DE POPINHAPOPINHA É UMA MENINA MUITO SONHADORA E ADORA BRINCAR COM SEU IRMÃO MAIS VELHO, AMA SUA FAMÍLIA E FAZ DE TUDO PARA VER ELES FELIZES. VIVERÁ UMA GRANDE AVENTURA, EM UM MUNDO TOTALMENTE DIFERENTE DO QUE VIVE E LÁ APRENDERÁ A MAIS BELA LIÇÃO DE VIDA, A GRATIDÃO.
ENTRE LINHAS E PERCEPÇÕES
ENTRE LINHAS E PERCEPÇÕESHora dessas ainda encontro
Nestas linhas a solução.
Procuro preencher
A grande lacuna que há
Entre o amor e a razão.
Noutrora só desejo
Colocar tudo pra fora.
Escrevo com empenho
De quem sente o mundo
Ontem, amanhã e agora.
Atemporal, eu diria.
Datar a tal da percepção
Tarefa impossível seria.
Difícil qualificar a emoção.
Então coloquei por aqui
O que quero preservar.
Escrevo com ânsia à suprir
A quantificação do existir.
A sensação de uma vida.
Da existência elementar.
Esclareço meus anseios
Sou daqueles devaneios
De nenhum lugar.
Nem terra, nem fogo.
Abstrata como o ar.
ENSAIOS ACADÊMICOS
ENSAIOS ACADÊMICOSO livro apresenta uma junção de ensaio de alunos do primeiro Período de cursos variados, do Centro Universitário – Uniasselvi.
DIANHO – O FENÔMENO DA INTERNET
DIANHO – O FENÔMENO DA INTERNETDo anonimato ao estrelato, da invisibilidade social ao topo do sucesso nas redes, permita-se conhecer o homem por trás do mito. Surpreenda-se com esse fascinante relato verídico de superação e transformação; viaje conosco nessa fantástica aventura e se emocione com as comoventes confissões de alguém, qual teve forças a fim de conseguir dar a volta por cima, mesmo diante de todos os empecilhos que a vida proporcionou, chegando ao ponto de estar totalmente desacreditado de si mesmo.
Você vai se impressionar com a descrição sincera e destemida, no qual o autor relata seus turbulentos dias e ao conhecê-lo, com certeza renovará suas esperanças, pois mesmo envolvido por trevas, por mais densa que seja, enxergará a luz existente no interior de cada um.
“Vale a pena lutar para se tornar um ser humano melhor”, essa é a mensagem central desse ímpar trabalho.
Acredite, pois suas convicções serão confrontadas ao ler cada página desse livro. Esteja preparado para enxergar a vida de um ponto de vista, cujo jamais presenciou. Essa obra lhe fará abrir os olhos para uma realidade muito corriqueira, porém pouco notada: daqueles seres que vagam como se estivessem sem alma; invisíveis e sofredores e escravos e duma prisão sem grades, porém sedentos por um pouquinho de atenção.
Vamos dar as mãos e nos conectar realmente, afinal de contas, somos todos humanos!
CURA HÉTERO
CURA HÉTEROCura Hétero conta a história de Pedro, um jovem branco de classe média que se muda para a cidade de Belo Horizonte – MG, quando completa seus dezoito anos de idade.
É filho de João e Antônio, dois religiosos, que o adotaram ainda recém-nascido a fim de dar amor e uma educação longe do pecado do mundo.
Pedro vive nessa sociedade majoritariamente cristã, conservadora e que abomina o heterossexualismo, o considerando como um ato de promiscuidade e pecado. Apenas a procriação é permitida, desde que em comum acordo entre homens e mulheres que buscam formar uma família homoafetiva.
Desde muito cedo, Pedro manifestava trejeitos heterossexuais, e isso perpassa por toda sua trajetória.
Numa aristocracia em que meninas vestem azul e meninos vestem rosa, o personagem se movimenta numa conflituosa luta entre as expectativas sociais e a sua própria existência: existência negada, ameaçada e constantemente ferida. Entre a vida e a morte de ser quem é, Pedro (sobre)vive.

