MORRO DOS ESPÍRITOS – CRÔNICAS DE DECCI
MORRO DOS ESPÍRITOS – CRÔNICAS DE DECCI
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Morro dos espíritos conta a história de Beto, um jovem de 18 anos, nascido e criado no Morro do Poço, local dominado pelo tráfico de drogas e pela violência. Ele tem sua vida transformada de uma hora para outra através da magia e se torna uma lenda urbana, que será narrada na Trilogia “Morro dos espíritos”.
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| Weight | 0,300 kg |
|---|---|
| Dimensions | 15 × 21 cm |
| Nº de Páginas | 274 |
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- Store Name: Rodrigo Figueiredo Vieira
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ESCREVER PARA NÃO ENLOUQUECER
ESCREVER PARA NÃO ENLOUQUECERO que você faz quando se vê em uma situação difícil de se lidar ? Como a solidão, a falta de alguém ou preso a uma vida totalmente diferente da que você tinha antes ?
Como fazer para não enlouquecer e se afundar em depressão ?
Tenho muitas coisas dentro de mim que me machucam por vários motivos e isso acaba se transformando em raiva e para mim não enlouquecer sozinho e calado, acabo colocando todos esses sentimentos pra fora em forma de rimas, poesia, poemas ou apenas linhas e palavras soltas.
A minha escapatória foi escrever tudo que me fazia mal, coloquei tudo para fora em forma de rimas e poesias, essa foi a minha salvação.
Escrevi pra mim, escrevi de mim, para os outros, e dos outros. Escrevi para o meu blog, escrevi para fazer uma música, escrevi para me desestressar, escrevi para rimar, escrevi para me declara, escrevi de algo que foi tirado de mim e só deixou saudades e escrevi principalmente para me expressar.
E assim surgiram muitos textos variados, falando um pouco de tudo.
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A PATOLOGIA DO BEM
A PATOLOGIA DO BEMA obra “A patologia do bem – Um diálogo poético em plena pandemia” consolida, em texto, o que foi a primeira edição do movimento “Patologia Cultural”, realizado na data histórica de 30 de abril de 2021, no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-AM), promovido pela Academia de Letras e Culturas da Amazônia (ALCAMA) e pela Associação Brasileira dos Escritores e Poetas Pan-Amazônicos (ABEPPA), sob inspiração e coordenação-geral do professor, escritor e poeta Paulo Queiroz, também presidente de ambas as entidades.
O encontro, concebido para resgatar os saraus de antes da pandemia de coronavírus, a qual provocou a reclusão e o afastamento social, teve e tem como objetivo principal “socorrer os enfermos da saudade”, em especial os da classe artística, cuja necessidade de exprimir-se é tão vital quanto o de respirar. Não foi por outro motivo, aliás, que se escolheu a figura do saudoso escritor Armando Andrade de Menezes, ex-presidente da Academia Amazonense de Letras (AAL), criador e mantenedor do famoso “Chá do Armando”, como patrono, in memoriam, do movimento “Patologia Cultural”. Com os cuidados devidos, em número de participantes e em regras de higiene, o evento revestiu-se de grande sucesso, tanto, que já caminha para a sua terceira edição.
Crônicas, poesias, contos, artes visuais e plásticas, música e tudo o que foi dito e mostrado na reunião inaugural, dentro dos limites do papel, vem aqui reproduzido e assinado pelos seus autores, a saber: Pedro Lucas Lindoso, Maxiliano Barros, Nelcélia Macena, Maria Luíza Brasil, Cassius Clei Aguiar, João Bosco Rocha, Wanderley Freitas, Moisés Maciel da Costa, Franciná Lira, Fátima Lira, Sílvio Grijó, Carlos Pond, Eylan Lins e Marquinhos Negritude. É registro histórico, documento para a posteridade.
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JOÃO BOM CORAÇÃO E A ESTRELINHA
JOÃO BOM CORAÇÃO E A ESTRELINHA“O João tinha um bom coração, porém, sem saber muito bem a razão, um dia acordou triste. A cidade onde o João morava era cinzenta, barulhenta, quente e ofuscante. As pessoas andavam para lá, para cá e pareciam sempre estar aborrecidas. Foi então que o João decidiu pedir ajuda. Uma estrelinha apareceu no céu e soprou para ele uma sementinha. João não imaginava como sua vida e a de todos que moravam na cidade mudaria a partir de um pequeno gesto.”
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DOS CONTOS QUE EU CONTO
DOS CONTOS QUE EU CONTO“Quem conta um conto aumenta um ponto”, diz o provérbio popular. Pois bem, eu não aumentei nada nas coisas que eu conto nestes contos porque foi eu mesma que imaginei. Mas caso você queira aumentar os meus contos quando for contar a alguém, sentirei aquele lisonjeio porque eu acredito que toda leitura lida ou ouvida, merece ser aumentada – Veja, aumentada no sentido bom, hein.
Dos contos que eu conto é um convite à reflexão, ao riso, à mudanças e por que não, à criação? São histórias que todo mundo que gosta de ouvir histórias vai parar depois da leitura para se perguntar:
Por que eu não escrevi isso antes?
Conte os seus contos para que alguém lhe dê um canto e lhe aumente uns pontos.
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