O AMOR QUE TRANSFORMA
R$31,00
Aos dezesseis anos, Ella Patterson não tinha como saber que Carter se tornaria o imbecil que era agora. Mas o pior de tudo, era saber que o real motivo para essa mudança, ou melhor, o nome do motivo, era Jenny O’brian. Doze anos depois, Ella se tornou uma mulher amarga e fútil, que ainda culpa Jenny por tudo que deu errado em sua vida. Através de uma narrativa que intercala presente e passado, vamos conhecer tudo que aconteceu entre elas, e como Carter se encaixa em suas histórias. Entre de cabeça e conheça o verdadeiro Amor que transforma junto com os personagens.
Additional information
| Weight | 0,300 kg |
|---|---|
| Dimensions | 15 × 21 cm |
| Nº de Páginas | 100 |
Vendor Information
- Store Name: Filos Editora
- Vendor: Filos Editora
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O LAGO DOS CRISTAIS
O LAGO DOS CRISTAISA história de Damiana e Vitória – mãe e filha – mulheres fortes que não só enfrentam todas as barreiras que se apresentam a sua frente, mas que também as vencem, seria muito parecida à de muitas mulheres pretas pelo mundo, se não fosse por um legado transmitido por suas antepassadas, de mães para filhas: o conhecimento da folha sagrada. Filha de pais e avós analfabetos, ex-escravos, Damiana acompanhava quando criança, mata adentro, sua avó Clemência, em busca da planta e, quando a encontravam, passavam horas preparando o chá que as transportaria a um outro patamar de consciência. Ao chegarem a Portugal, mãe e filha
tiveram que enfrentar duras batalhas, como lutar contra o racismo e o preconceito, porém, para Damiana, algo muito mais chocante estava por acontecer quando começou a sonhar com o Lago dos Cristais.
I ANTOLOGIA POLÍMATA BRASIL
I ANTOLOGIA POLÍMATA BRASILI Antologia Polímata Brasil” é uma vibrante celebração da diversidade literária e intelectual do Brasil. Nesta coleção única, talentosos escritores polímatas de todo o país unem suas vozes em uma sinfonia de criatividade. Da prosa lírica à poesia ardente, das reflexões filosóficas às narrativas emocionantes, esta antologia oferece uma amostra rica e eclética da riqueza cultural e intelectual que floresce nas mentes dos polímatas brasileiros.
Cada página desta coleção revela um novo universo de ideias, sensações e visões de mundo. Os autores exploram temas tão variados quanto a identidade cultural, a natureza exuberante do Brasil, as complexidades das relações humanas e as questões mais profundas da existência. Suas palavras fluem como rios, conectando tradições literárias diversas e inovadoras.
“I Antologia Polímata Brasil” é um testemunho da riqueza da criatividade brasileira, onde a polimatia se manifesta de maneira brilhante. Ao folhear estas páginas, você será transportado para um mundo de imaginação, conhecimento e beleza que só pode ser capturado pelas mentes brilhantes e versáteis que habitam a terra tropical do Brasil. Esta é uma obra que celebra a erudição e a paixão que moldam a alma literária da nação.
ESCREVER PARA NÃO ENLOUQUECER
ESCREVER PARA NÃO ENLOUQUECERO que você faz quando se vê em uma situação difícil de se lidar ? Como a solidão, a falta de alguém ou preso a uma vida totalmente diferente da que você tinha antes ?
Como fazer para não enlouquecer e se afundar em depressão ?
Tenho muitas coisas dentro de mim que me machucam por vários motivos e isso acaba se transformando em raiva e para mim não enlouquecer sozinho e calado, acabo colocando todos esses sentimentos pra fora em forma de rimas, poesia, poemas ou apenas linhas e palavras soltas.
A minha escapatória foi escrever tudo que me fazia mal, coloquei tudo para fora em forma de rimas e poesias, essa foi a minha salvação.
Escrevi pra mim, escrevi de mim, para os outros, e dos outros. Escrevi para o meu blog, escrevi para fazer uma música, escrevi para me desestressar, escrevi para rimar, escrevi para me declara, escrevi de algo que foi tirado de mim e só deixou saudades e escrevi principalmente para me expressar.
E assim surgiram muitos textos variados, falando um pouco de tudo.
F.E.B.E.M
F.E.B.E.MAlexandre Leal Goes tem 47 anos, destes, 30 anos dedicado ao teatro como ator, dramaturgo, professor de teatro e educador.
Formado em Artes Cênicas pela Escola de Arte Dramática, Pedagogo pela UNICID, pós-graduado em Arte, Cultura e Educação pela POLIS DAS ARTES e atualmente cursando Letras pela UNIVESP/USP/UNESP.
Profissionalmente atua como arte educador, educador social, pedagogo, professor de teatro, ator, contador de histórias, escritor, poeta e dramaturgo.
Atualmente é Coordenador Pedagógico no CEI JARDIM TANAY e Professor de Teatro da RECRIARTE.
Como professor, educador ou arte educador esteve a frente de várias instituições sociais como: CEDECA Interlagos, Fundação Casa, Casa de Cultura e Cidadania da AES Eletropaulo, SESC SP, entre outras. Sempre buscando a transformação através da educação, da cultura e da arte.
Como ator fez parte do Grupo RIA (tradicional e importante grupo teatral que adapta obras literárias para o teatro) e da Companhia do Ator importante celeiro de atores experientes que acolhe artistas e atores da nova geração tendo como destaque seu fundador e diretor Gabriel Catellani embaixador cultural do Brasil em três continentes, além de fundador, gestor administrativo master e o coordenador geral da área teatral da escola Recriarte.
Como escritor e dramaturgo escreveu: Foguete Espacial para o Bem estar do Menor; Escolhas; Camaleões; Jeitinho Brasileiro; Memórias da Pele. Além disso roteirizou três espetáculos: Desafio Mitológico; Só Sei Que Foi Assim; Jovens. Atualmente trabalha em duas outras dramaturgias originais.
YANG-TI
YANG-TITem seu início no nascimento de Yang, porém uma chocante verdade vem à tona! Ao perceber o silêncio da casa, a criança tinha nascido morta, só lhes restava implorar por sua vida aos deuses, suas preces são ouvidas entrando na água sob a luz do luar, com o brilho verde do Muirakitã, Yang é revivido. Então, após anos acontecimentos inesperados levam Yang a questionar-se sobre sua identidade, assim embarcando em uma jornada em busca do seu verdadeiro eu.
ERA UMA VEZ NA AMAZÔNIA
ERA UMA VEZ NA AMAZÔNIAConta a história de Candinho que durante os anos 1927 a 1946 período da II Guerra Mundial e segundo ciclo da borracha no Amazonas. quando se perdeu de sua tia antes de uma viagem na antiga Manaus, ela viajou assim mesmo deixando o garoto que foi adotado pela família de um senhor conhecido como
Portuga. Este teve que aprender muito cedo a encarar os problemas da vida, pois não tinha a presença de seus pais que pensavam que ele tinha morrido.
Candinho cresceu enfrentou grandes desafios, mas nunca deixou de sonhar em reencontrar a sua família. Durante a Segunda Guerra se tornou soldado da borracha enfrentou grandes desafios contra os
Coroéis de barrancos nos seringais da época que escravizavam seus trabalhadores.


















