O ESTUDO DE MACHADO DE ASSIS A PARTIR DO LIVRO DIDÁTICO
O ESTUDO DE MACHADO DE ASSIS A PARTIR DO LIVRO DIDÁTICO
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| Weight | 0,300 kg |
|---|---|
| Dimensions | 15 × 21 cm |
| Nº de Páginas | 52 |
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- Store Name: Paulo Eduardo Cipriano
- Vendor: Paulo Eduardo Cipriano
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E- BOOK: ENGENHO NOVO CLARA: A história que nunca deveria ter sido contadaQuem vê Clara imagina que é apenas uma adolescente bonita, ingênua e indefesa, na flor de seus treze anos de idade. Porém, ela já é dona de uma experiência de vida obscura. Na frente de todos comporta-se feito um anjo, entretanto, ao manipular suas vítimas, revela-se um demônio silencioso, que age sem limites. Seus pensamentos são incógnitos e destrutivos. Por isso, não se aproxime dela, não a encare, não a toque. Ela fere! Ela mata! Mas, quem é Clara, afinal? Sabe-se que seu único objetivo é descobrir, ao menos, como é a face de sua mãe Laura, que nunca viu, nem mesmo por fotografia. O que de fato aconteceu com ela? Morreu (versão que sempre ouviu de algumas pessoas de sua família) ou está escondida? Mentiras e poder envolvem esse intrigante enredo que vai te cativar e te fazer questionar quem é essa menina, essa jovem de cabelos avermelhados. Venha descobrir a história que nunca deveria ter sido contada sobre o Engenho Novo, nesse romance instigante e imerso num período recente: os idos de 1968. Conheça Clara… e saiba que ela também adoraria te conhecer e mostrar nas linhas desta obra o seu mundo. Folheie esse caminho de mistérios e lembre-se: quem vê Clara, não vê coração!
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SAUDAÇÕES À HUMAITÁ EM VERSOS E POEMAS
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SAUDAÇÕES À HUMAITÁ EM VERSOS E POEMAS
SAUDAÇÕES À HUMAITÁ EM VERSOS E POEMASO primeiro momento o livro em si é uma mescla de várias experiências obtidas através de leituras de relatos históricos, romances, contos e poemas de diversos escritores nascidos neste imenso Amazonas, citando um escritor desta bela cidade de Humaitá, Raimundo Neves de Almeida, a eles que plantaram neste chão suas sementes e deixaram aqui suas raízes literárias que são conservadas pelo tempo e pelas pessoas.
No meu modo de recordar sobre minha trajetória de vida, considero, sobretudo, que Humaitá é o meu berço de moradia que acolheu minha família após a migração vinda de Manicoré, o meu berço de nascença. A razão por deixar meu torrão, minha cidade natal não vale relatar, mas que envolveram decisão de última hora sem planos traçados, contudo sempre existem motivos para arriscar em busca de meios necessários para sobreviver sem perder as esperanças.
Uma das curiosidades do livro é que perpassa a metalinguagem e o profundo olhar para dentro de si em busca de um sentido para suas crises temporais. É um convite sincero para viajar pelas belezas naturais desta cidade de Humaitá expostas nos galhos das árvores portentosas e altaneiras e também um retrato da realidade que urge a cada instante e afeta o cotidiano sofrido do caboclo humaitaense que sonha sempre em busca de melhoria para seus familiares.
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O GENERAL DO SERTÃO
O GENERAL DO SERTÃOEm Boa Vista (Tocantinópolis), no extremo norte goiano e no ano de 1892, o Intendente Francisco de Sales Maciel Perna e o Juiz Hermeto Martins resolveram levar a julgamento o caso Gouveia, contrariando os interesses do Coronel Carlos Gomes Leitão.
Leitão, que havia perdido as eleições para Perna, reagiu invadindo a cidade, para eliminar as autoridades ou expulsá-las.
Os dois grupos travaram uma guerra de ódio, rapinagem e extermínio. O conflito durou dois anos, eliminou famílias inteiras, estuprou, crucificou e praticou toda sorte de atrocidades.
Quando os pernistas estavam quase vencidos, e a região arrasada pelo banditismo leitonista, surgiu a figura de Zé Dias, o General do Sertão. Homem simples, Zé Dias liderou a reação popular, tornou-se imbatível e virou lenda no sertão.
A guerra provocou uma verdadeira diáspora de Boa Vista, empurrando a população para o Oeste e ajudando no surgimento de outras cidades, como Conceição do Araguaia e Marabá, por exemplo.
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AUTOS ATOS TEATRAIS
AUTOS ATOS TEATRAISOs espetáculos que trago neste livro, ‘Autos atos teatrais’, talvez sejam excessivamente idealistas para uma sociedade onde imperam as desigualdades de raça, gênero e classe. Entretanto, não faria sentido passar por esta vida e não questionar os males que nos aflige, ainda mais sendo eu de origem pobre, negro e nordestino. Identidades estigmatizadas, discriminadas e relegadas ao desprestígio, nesse país que reclama uma branquitude a qual não possui.
Para o escritor moçambicano Mia Couto, o ato de escrever é um reclamo por um mundo melhor. Segundo ele, “nenhum escritor pode dizer que está ausente dessa intenção de mudar o mundo”. O saudoso humorista e dramaturgo Jô Soares, nos estimula na empreitada de enfrentar os males que nos inquietam refletindo que “a vida é o que a gente veio fazer aqui”.
Em ‘Uma ideia chamada Negro Cosme’ resgato figuras da Revolta da Balaiada (1838 a 1841), fazendo justiça a Cosme Bento das Chagas, o Negro Cosme, que deu sua vida pela causa negra, e incluo pessoas que há mais de 20 anos estão na luta pela nossa emancipação negra, em Imperatriz. No espetáculo, ‘O Rei Communis’, volto no tempo e brinco com a imaginação para tratar de um tema atual que não seria tabu, se a hipocrisia não imperasse no seio de nossa sociedade, que é a homossexualidade. De todos os espetáculos, penso, esse é o mais improvável, mas necessário.
O livro é finalizado com a comédia, ‘Escorregou, foi na calçada!’, onde destaco a fragilidade e incoerência de certos valores que a sociedade professa, inclusive, com a confidencialidade de instituições paradigmáticas como a Igreja, que acaba por se colocar em situações embaraçosas. É um viva às nossas tradições populares nordestinas.
Esses três espetáculos, e em especial seus personagens, são resultados de vivências e escutas. E transformá-las em ação teatral foi um exercício de imaginação e divertimento, mas claro, sem deixar de lado o tom questionador de sempre.
Espero que goste.
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