OS FILHOS QUE DEUS ME DEU
OS FILHOS QUE DEUS ME DEU
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Uma impactante história de vida, o retrato de uma sociedade de vida. Esse livro foi escrito por mim, Marinalva Irenice.
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| Weight | 0,300 kg |
|---|---|
| Dimensions | 15 × 21 cm |
| Nº de Páginas | 172 |
Vendor Information
- Store Name: Marinalva Irenice Maria Conceição
- Vendor: Marinalva Irenice Maria Conceição
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DIÁRIO LUNÁTICOSeu sonho era se tornar escritora, mas sua vida cheia de afazeres, empecilhos, dilemas, emoções e contratempos, fazem com que a autora relate de uma forma divertida, sentimental e romântica, entre trabalho, filhos, marido e casa, a vida de uma brasileira de meia idade em uma sociedade competitiva, meritocrática e eficiente que é a da Alemanha.
A autora com seu temperamento latino e emotivo se confronta em várias situações com o lado prático do seu esposo alemão, gerando muitas lágrimas e risadas proveniente desse caos diário que os dois compartilham com os filhos adolescentes aos extremos.
“Depois desse desabafo, resolvi desabafar com o meu marido, já que tinha começado iria continuar, ainda mais que percebi que nem pão para o jantar ele tinha comprado. Era a forma dele dizer, justo no meu aniversário, que eu deveria fazer uma dieta? Eu lhe disse que nunca me levava a lugar algum, que se eu convidasse alguém para vir em nossa casa, ainda teria que cozinhar, limpar e servir, e que já estava cansada disso tudo. Ele me respondeu, que era porque estava doente, e os outros 15 anos de casados, ele estava sempre doente? Ano passado foi porque era no meio da semana, esse ano é a gripe fatal, e assim continua.
Eu não queria uma festa, e sim sair para jantar com minha família, fazer algo diferente nesse dia. E não assistir televisão a noite como sempre e comer o que eu mesma cozinho.”
“Estava olhando os vídeos de carnavais passados, quando uma lágrima nostálgica caiu dos meus olhos. O meu marido me perguntou se eu estava bem, eu lhe expliquei que essa época do ano me deixa assim, afinal em Salvador era verão, carnaval e música. Aqui era inverno, frio e a música, nem comento.
Ele me consolou como todo alemão consolaria, prático, sensato e racional. Me disse que eu deveria estar feliz por ter vivenciado tudo isso, que tinha sorte pois na cidade onde vivemos, também se comemora o carnaval. Eu tenho saúde e talvez um dia possa novamente passar o carnaval em Salvador, quando as crianças estejam maiores (já imagino a cena, eu caquética pulando de bengalas atrás do trio, só rindo no meio de lágrimas).”
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