PANDEMIA
R$22,00
“PANDEMIA: ANTOLOGIA POÉTICA DE UMA QUARENTENA”, explora temáticas da “Covid-19” como foco principal, descrevendo em linguagem poética, o cenário desafiador imposto pela Pandemia no ano de 2020. A obra reúne poemas autorais de alunos dos 4º e 5º anos da E. E. Wilma Vitoriano Geber que foram baseados em fatos reais e nos deixam com a sensação de já ter passado por aquela situação ou testemunhado algo parecido.
Additional information
| Weight | 0,300 kg |
|---|---|
| Dimensions | 15 × 21 cm |
| Nº de Páginas | 71 |
Vendor Information
- Store Name: Filos Editora
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O MÁGICO EQUILIBRISTA
O MÁGICO EQUILIBRISTAPor norma – me corrijam se eu estiver enganado – fazer a apresentação de um livro de poesia é, por si só, uma tarefa árdua e difícil na qual com extrema facilidade podemos nos perder em análises supérfluas, fora de contexto ou exíguas de um conteúdo, prejudicando não só o livro mas também o autor e criando falsas imagens para quem lê.
Então, não querendo cair nas armadilhas que atrás mencionei, julgo ser de todo preferível contornar possíveis exames individualizados deste ou daquele poema e centrar a atenção no “todo poético dessa obra”.
Apresento ao nobre leitor, Ismael Rodrigues Silva, um verdadeiro poeta, em todas as suas definições. Sou um tanto quanto suspeito de falar por conhecê-lo pessoalmente, mas confesso que minha atenção ficou encantada com essa história de vida escrita em versos, às vezes sutil, outras vezes esmagador.
MAÉ, este é o epíteto dele. Leiam pausadamente, e como escrevi lá no início, por norma – me corrijam se eu estiver enganado.
ENSAIOS ACADÊMICOS
ENSAIOS ACADÊMICOSO livro apresenta uma junção de ensaio de alunos do primeiro Período de cursos variados, do Centro Universitário – Uniasselvi.
PÁSSARO PRETO VOA NOVAMENTE
PÁSSARO PRETO VOA NOVAMENTEPoemas escritos em intervalos do cotidiano agitado de um adolescente, relatando alguns de seus sentimentos, buscando expor alguns sentimentos, poemas escritos por um jovem não é comum de se ler, confira está obra escrita por um.
O REINO DOURADO
O REINO DOURADOPotira, a indiazinha, vive no meio da floresta amazônica e é muito sonhadora.
Por isso, inventa e cria muitas histórias. Através de suas invenções, se surpreende com tudo o que ela imagina em cima e embaixo na terra.
O AMANHECER NA ALVORADA
O AMANHECER NA ALVORADAretrata com fidelidade e riqueza de detalhes a trajetória de Valdice, a matriarca da família, que descobre um câncer aos 83 anos de idade. Família pequena, composta por pai, mãe e três filhas com seus esposos e netos, que se desdobraram pra atender os velhos pais, que com a doença da matriarca necessitam de cuidados diários. As filhas se organizaram para cuidar daquela que sempre cuidou de todos. Para isto, voltaram em períodos alternados, para a Alvorada – lugar que abrigou, em algum lugar no tempo, toda família. Nesta volta, as lembranças da infância, da adolescência, da ida definitiva após o casamento, vieram à tona. Rever a relação de Val e Sr Mário com a família e com o espaço vivido possibilitou sentimentos e emoções contagiantes. A vivência, mesmo com toda a sofrência, despertou o que se tem de melhor na alma. Afinal, o sol nasce do lado da Alvorada e entre a dor e a alegria existe um raio de esperança de um mundo escondido em cada um de nós.
CURA HÉTERO
CURA HÉTEROCura Hétero conta a história de Pedro, um jovem branco de classe média que se muda para a cidade de Belo Horizonte – MG, quando completa seus dezoito anos de idade.
É filho de João e Antônio, dois religiosos, que o adotaram ainda recém-nascido a fim de dar amor e uma educação longe do pecado do mundo.
Pedro vive nessa sociedade majoritariamente cristã, conservadora e que abomina o heterossexualismo, o considerando como um ato de promiscuidade e pecado. Apenas a procriação é permitida, desde que em comum acordo entre homens e mulheres que buscam formar uma família homoafetiva.
Desde muito cedo, Pedro manifestava trejeitos heterossexuais, e isso perpassa por toda sua trajetória.
Numa aristocracia em que meninas vestem azul e meninos vestem rosa, o personagem se movimenta numa conflituosa luta entre as expectativas sociais e a sua própria existência: existência negada, ameaçada e constantemente ferida. Entre a vida e a morte de ser quem é, Pedro (sobre)vive.








