PANDEMIA
R$22,00
“PANDEMIA: ANTOLOGIA POÉTICA DE UMA QUARENTENA”, explora temáticas da “Covid-19” como foco principal, descrevendo em linguagem poética, o cenário desafiador imposto pela Pandemia no ano de 2020. A obra reúne poemas autorais de alunos dos 4º e 5º anos da E. E. Wilma Vitoriano Geber que foram baseados em fatos reais e nos deixam com a sensação de já ter passado por aquela situação ou testemunhado algo parecido.
Additional information
| Weight | 0,300 kg |
|---|---|
| Dimensions | 15 × 21 cm |
| Nº de Páginas | 71 |
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- Store Name: Filos Editora
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CURA HÉTERO
CURA HÉTEROCura Hétero conta a história de Pedro, um jovem branco de classe média que se muda para a cidade de Belo Horizonte – MG, quando completa seus dezoito anos de idade.
É filho de João e Antônio, dois religiosos, que o adotaram ainda recém-nascido a fim de dar amor e uma educação longe do pecado do mundo.
Pedro vive nessa sociedade majoritariamente cristã, conservadora e que abomina o heterossexualismo, o considerando como um ato de promiscuidade e pecado. Apenas a procriação é permitida, desde que em comum acordo entre homens e mulheres que buscam formar uma família homoafetiva.
Desde muito cedo, Pedro manifestava trejeitos heterossexuais, e isso perpassa por toda sua trajetória.
Numa aristocracia em que meninas vestem azul e meninos vestem rosa, o personagem se movimenta numa conflituosa luta entre as expectativas sociais e a sua própria existência: existência negada, ameaçada e constantemente ferida. Entre a vida e a morte de ser quem é, Pedro (sobre)vive.
O LAGO DOS CRISTAIS
O LAGO DOS CRISTAISA história de Damiana e Vitória – mãe e filha – mulheres fortes que não só enfrentam todas as barreiras que se apresentam a sua frente, mas que também as vencem, seria muito parecida à de muitas mulheres pretas pelo mundo, se não fosse por um legado transmitido por suas antepassadas, de mães para filhas: o conhecimento da folha sagrada. Filha de pais e avós analfabetos, ex-escravos, Damiana acompanhava quando criança, mata adentro, sua avó Clemência, em busca da planta e, quando a encontravam, passavam horas preparando o chá que as transportaria a um outro patamar de consciência. Ao chegarem a Portugal, mãe e filha
tiveram que enfrentar duras batalhas, como lutar contra o racismo e o preconceito, porém, para Damiana, algo muito mais chocante estava por acontecer quando começou a sonhar com o Lago dos Cristais.
À FLOR DA PELE
À FLOR DA PELE
O que nos faz ler poesia? O que nos faz ler contos? “À FLOR DA PELE” é um livro que leva a pensar o utópico e o real, tudo isso para se viver em prosa e verso à flor da pele. Assim, por meio de poemas que nos interrogam do que vale o paraíso, o mesmo lápis que escreve é também o que desnuda a humanidade e parte em busca de revelar a alma e o desejo, o sonho e a realidade.
Os minicontos permeiam o fantástico, o extraordinário e o real, “ O Marlim e a Andorinha” mostra a impossibilidade de um amor, “Uma segunda chance” apresenta uma fábula que vai além do que se conhece até os dias de hoje; “Espaço conquistado” enfatiza que a mulher é a senhora das suas escolhas; “ A casa velha” traz um pouco de extraordinário para a realidade de vida.
O livro, portanto, traz um pouco de poesia para os momentos de ócio e para os momentos duros da vida. Ler é deixar essas horas mais criativas.
O ORFANATO
O ORFANATOA nação, comanda.
Os órfãos são procurados.
Um refúgio.
Bem-vindo ao orfanato.
O AMANHECER NA ALVORADA
O AMANHECER NA ALVORADAretrata com fidelidade e riqueza de detalhes a trajetória de Valdice, a matriarca da família, que descobre um câncer aos 83 anos de idade. Família pequena, composta por pai, mãe e três filhas com seus esposos e netos, que se desdobraram pra atender os velhos pais, que com a doença da matriarca necessitam de cuidados diários. As filhas se organizaram para cuidar daquela que sempre cuidou de todos. Para isto, voltaram em períodos alternados, para a Alvorada – lugar que abrigou, em algum lugar no tempo, toda família. Nesta volta, as lembranças da infância, da adolescência, da ida definitiva após o casamento, vieram à tona. Rever a relação de Val e Sr Mário com a família e com o espaço vivido possibilitou sentimentos e emoções contagiantes. A vivência, mesmo com toda a sofrência, despertou o que se tem de melhor na alma. Afinal, o sol nasce do lado da Alvorada e entre a dor e a alegria existe um raio de esperança de um mundo escondido em cada um de nós.
O HOMEM COM CABEÇA DE URUBU
O HOMEM COM CABEÇA DE URUBUJorge vê um homem com cabeça de urubu convivendo normalmente entre as pessoas na cidade. Estaria ele enlouquecendo?
Essa é uma história surreal, em que a razão humana é posta frente a frente com uma criatura tão estranha quanto familiar.

