SÃO FRANCISCO DO CONDE – Joia Preciosa do Recôncavo Baiano
SÃO FRANCISCO DO CONDE – Joia Preciosa do Recôncavo Baiano
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O livro apresenta o município de São Francisco do Conde em sua pré – história, história, iconografia dos símbolos cívicos, geografia, cultura e educação.
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Additional information
| Weight | 0,300 kg |
|---|---|
| Dimensions | 15 × 21 cm |
| Nº de Páginas | 448 |
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- Store Name: Clarinha
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SEXOLOGIA NA NUMISMÁTICA – versão preto e brancoEntender que os significados de sexo e amor mudam ao longo do tempo torna-se muito importante para o estudo da mídia monetiforme. Significados antigos não podem ser tornados presentes. O amor não possuía na antiguidade clássica o significado que tinha no século XXI. Nem a sexualidade tinha os mesmos significados, uma vez que esta palavra só foi inventada no século XIX para abranger o Emoções e Relações Interpessoais. Além disso do qual deles era designado por sexo: relação sexual, cópula, relação sexual em que a penetração ocorreu.
Este texto iniciou-se com a compilação de peças numismáticas e informações; Anexei complementos com a ampliação da coleção do autor e notas das palestras nas conferências apresentadas sobre o tema em congressos e eventos numismáticos em São Paulo (Brasil), Cidade do México e Veracruz (México), Lima (Peru) e Potosí (Bolívia), Montevideo (Uruguai) e em eventos de sexologia (Recife, São Paulo, Rio de Janeiro; Istambul, Turquia), públicos que merecem nossos agradecimentos pelas sugestões do Colegas numismáticos.
Essas são as bases do estudo que apresentamos.
Vejamos o que aconteceu com o sexo, o amor e o dinheiro ao longo da história das moedas e do meio circulante.
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COMBATENDO O BOM COMBATE
COMBATENDO O BOM COMBATENaquele mês de abril de 2010, depois de haver atuado por mais de trinta anos no serviço público estadual, eu estava finalmente subindo os degraus daquele prédio enorme, em direção ao gabinete de onde iria liderar a Instituição à qual dedicara os melhores anos de minha vida.
A responsabilidade era tamanha e os desafios e riscos eram tantos que eu me sentia, primeiro como se estivesse sonhando e, depois, como se estivesse mergulhando em um tanque com tubarões (aqui não me refiro a pessoas mas aos riscos inerentes às minhas novas atribuições).
Eu sabia que os passos que iria dar a seguir seriam decisivos, contudo, não tinha em mãos um manual de procedimentos específico para tão importante missão, e isso era por demais preocupante para alguém como eu, aficionado como sempre fui por planejamento.
Debaixo dessa verdadeira espada de Dâmocles*, me agarrei à minha fé em Deus e procurei relembrar todos os meus conhecimentos e experiências profissionais. Pouco a pouco fui catalogando os ensinamentos que obtivera ao longo da minha carreira e, ao mesmo tempo em que os utilizava para executar minha nova e tão sensível atribuição, ia transcrevendo esses ensinamentos para que algum dia pudessem servir de “norte” a futuros líderes. Eu queria evitar que aqueles que também fossem enfrentar uma “missão quase impossível” como a minha, por não estarem munidos dessa importante ferramenta de gestão viessem a perceber, tarde demais, que saltaram de um avião sem aquilo que era mais essencial: o paraquedas.
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MARX ESTADO, DIREITO, E IDEOLOGIA
MARX ESTADO, DIREITO, E IDEOLOGIAO presente estudo pretende elaborar um recorte teórico – meramente bibliográfico – enfocando as contribuições sociológicas engendradas pelo cientista social clássico Karl Marx (1818-1883), – sem abstenção notadamente, das contribuições propostas por outros teóricos e intérpretes – com relação ao papel que o dito “Ordenamento Jurídico” (leia-se: Direito e Estado), vem desempenhando na sociedade. Não obstante a recorrente discussão acerca de suas funções, esses dois institutos retro citados, sob o viés sociológico, são comumente relacionados como mecanismos de controle coletivo e manutenção da atual ordem social instalada. Hodiernamente, o Direito é uma instituição consolidada, e querendo ou não – assim como qualquer outra, operada por homens -, é eivada de imperfectibilidades. Independentemente disso, é unânime, a sua relevância como um instrumento indispensável para regramento da vida social, por meio da utilização coercitiva das leis, com vistas a efetivação da justiça, quando aquelas primeiras são violadas. Com o protrair do tempo, tanto o Direito como o Estado, tomaram uma dimensão universal, secular e transcendental, passando a serem alvos de constantes questionamentos, e em certa medida, até “desnaturalizado”, pois, costuma-se cogitar que suas (re)estruturações, teriam como intento subsidiário, diversas outras finalidades. Nessa linha de pensamento, insurgem outras lentes teóricas, que só foram reveladas, após terem sido, exaustivamente; analisadas por alguns precursores da Sociologia, do qual destaca-se, o dito “pai” do Socialismo Científico: o alemão Karl Marx. O referido autor procurou esmiuçar, em sua vasta produção bibliográfica, tudo aquilo que fosse manipulado e utilizado como instrumento da manutenção de domínio da classe burguesa. Assim, Marx, como o mais profundo teórico sobre o fenômeno do capitalismo, acabou classificando o Direito e o Estado, dentre outros; como superestrutura ideológica, tendo como base o determinismo econômico, ou seja, a manutenção da vida material. Para reversão desse quadro, cogita-se que Marx, ao defender a extinção do “Estado Capitalista” e, por conseguinte, do “Direito Burguês”; estaria sugerindo uma possível efetivação do chamado “Direito Socialista Proletário”, entrelaçado ao estágio superior de sua teoria, com a criação do Estado Comunista, por intermédio da instalação da chamada Ditadura do Proletariado. Assim sendo, ficaria possível a integral supressão do direito e do Estado, nessa nova sociedade vislumbrada pelo alemão? Quais os elementos imprescindíveis para se efetivar essa possível “utopia marxiana”?
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