UMA VIDA COM UM POUCO DE ARTE
R$30,00
Este é um livro das histórias de minha vida na arte teatral, dividido em vários capítulos de um pouco do que já aconteceu comigo.
Additional information
| Weight | 0,300 kg |
|---|---|
| Dimensions | 15 × 21 cm |
| Nº de Páginas | 74 |
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- Store Name: Filos Editora
- Vendor: Filos Editora
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PANDEMIA
PANDEMIA“PANDEMIA: ANTOLOGIA POÉTICA DE UMA QUARENTENA”, explora temáticas da “Covid-19” como foco principal, descrevendo em linguagem poética, o cenário desafiador imposto pela Pandemia no ano de 2020. A obra reúne poemas autorais de alunos dos 4º e 5º anos da E. E. Wilma Vitoriano Geber que foram baseados em fatos reais e nos deixam com a sensação de já ter passado por aquela situação ou testemunhado algo parecido.
CURA HÉTERO
CURA HÉTEROCura Hétero conta a história de Pedro, um jovem branco de classe média que se muda para a cidade de Belo Horizonte – MG, quando completa seus dezoito anos de idade.
É filho de João e Antônio, dois religiosos, que o adotaram ainda recém-nascido a fim de dar amor e uma educação longe do pecado do mundo.
Pedro vive nessa sociedade majoritariamente cristã, conservadora e que abomina o heterossexualismo, o considerando como um ato de promiscuidade e pecado. Apenas a procriação é permitida, desde que em comum acordo entre homens e mulheres que buscam formar uma família homoafetiva.
Desde muito cedo, Pedro manifestava trejeitos heterossexuais, e isso perpassa por toda sua trajetória.
Numa aristocracia em que meninas vestem azul e meninos vestem rosa, o personagem se movimenta numa conflituosa luta entre as expectativas sociais e a sua própria existência: existência negada, ameaçada e constantemente ferida. Entre a vida e a morte de ser quem é, Pedro (sobre)vive.
À FLOR DA PELE
À FLOR DA PELE
O que nos faz ler poesia? O que nos faz ler contos? “À FLOR DA PELE” é um livro que leva a pensar o utópico e o real, tudo isso para se viver em prosa e verso à flor da pele. Assim, por meio de poemas que nos interrogam do que vale o paraíso, o mesmo lápis que escreve é também o que desnuda a humanidade e parte em busca de revelar a alma e o desejo, o sonho e a realidade.
Os minicontos permeiam o fantástico, o extraordinário e o real, “ O Marlim e a Andorinha” mostra a impossibilidade de um amor, “Uma segunda chance” apresenta uma fábula que vai além do que se conhece até os dias de hoje; “Espaço conquistado” enfatiza que a mulher é a senhora das suas escolhas; “ A casa velha” traz um pouco de extraordinário para a realidade de vida.
O livro, portanto, traz um pouco de poesia para os momentos de ócio e para os momentos duros da vida. Ler é deixar essas horas mais criativas.
O AMOR QUE TRANSFORMA
O AMOR QUE TRANSFORMAAos dezesseis anos, Ella Patterson não tinha como saber que Carter se tornaria o imbecil que era agora. Mas o pior de tudo, era saber que o real motivo para essa mudança, ou melhor, o nome do motivo, era Jenny O’brian. Doze anos depois, Ella se tornou uma mulher amarga e fútil, que ainda culpa Jenny por tudo que deu errado em sua vida. Através de uma narrativa que intercala presente e passado, vamos conhecer tudo que aconteceu entre elas, e como Carter se encaixa em suas histórias. Entre de cabeça e conheça o verdadeiro Amor que transforma junto com os personagens.
MULHERES DE FIBRA
MULHERES DE FIBRASou grato a Deus por poder escrever o presente trabalho sobre essas duas grandes artistas sobre as quais tive a oportunidade de ser testemunha ocular das vossas maestrias. O objetivo deste trabalho é poder sintetizar a biografia e obra artística para organizar, num futuro próximo, um catálogo especializado em artes. Outra intencionalidade é mostrar como essas duas MULHERES DE FIBRA quebraram barreiras sociais e mostram a mim que nunca é tarde para ter objetivos na vida. Fato é que conseguiram ingressar na Academia de Letras após os 75 anos de idade e ambas continuam lindas e produtivas.
É muito comum ouvir lamúrias de que está tarde para fazer isso ou aquilo, por exemplo, “estou muito velha para estudar” (não tendo mais de 50 anos), “acabei o primário ou o segundo grau muitos anos, estou velha para fazer faculdade” (com aproximadamente 60 anos). Uma Mulher de fibra no mundo das artes que considero de forma especial é CORA CORALINA, que com 76 anos publicou o seu primeiro livro (um dos maiores expoentes da poesia moderna). Foi me dada a oportunidade de participar deste projeto organizando os dados e escrevendo a minha impressão como poeta. Eu não poderia, então, deixar passar a oportunidade de fazer a homenagem em vida.
O ORFANATO
O ORFANATOA nação, comanda.
Os órfãos são procurados.
Um refúgio.
Bem-vindo ao orfanato.


