UMA VIDA COM UM POUCO DE ARTE
R$30,00
Este é um livro das histórias de minha vida na arte teatral, dividido em vários capítulos de um pouco do que já aconteceu comigo.
Additional information
| Weight | 0,300 kg |
|---|---|
| Dimensions | 15 × 21 cm |
| Nº de Páginas | 74 |
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ENTRE LINHAS E PERCEPÇÕES
ENTRE LINHAS E PERCEPÇÕESHora dessas ainda encontro
Nestas linhas a solução.
Procuro preencher
A grande lacuna que há
Entre o amor e a razão.
Noutrora só desejo
Colocar tudo pra fora.
Escrevo com empenho
De quem sente o mundo
Ontem, amanhã e agora.
Atemporal, eu diria.
Datar a tal da percepção
Tarefa impossível seria.
Difícil qualificar a emoção.
Então coloquei por aqui
O que quero preservar.
Escrevo com ânsia à suprir
A quantificação do existir.
A sensação de uma vida.
Da existência elementar.
Esclareço meus anseios
Sou daqueles devaneios
De nenhum lugar.
Nem terra, nem fogo.
Abstrata como o ar.
O AMANHECER NA ALVORADA
O AMANHECER NA ALVORADAretrata com fidelidade e riqueza de detalhes a trajetória de Valdice, a matriarca da família, que descobre um câncer aos 83 anos de idade. Família pequena, composta por pai, mãe e três filhas com seus esposos e netos, que se desdobraram pra atender os velhos pais, que com a doença da matriarca necessitam de cuidados diários. As filhas se organizaram para cuidar daquela que sempre cuidou de todos. Para isto, voltaram em períodos alternados, para a Alvorada – lugar que abrigou, em algum lugar no tempo, toda família. Nesta volta, as lembranças da infância, da adolescência, da ida definitiva após o casamento, vieram à tona. Rever a relação de Val e Sr Mário com a família e com o espaço vivido possibilitou sentimentos e emoções contagiantes. A vivência, mesmo com toda a sofrência, despertou o que se tem de melhor na alma. Afinal, o sol nasce do lado da Alvorada e entre a dor e a alegria existe um raio de esperança de um mundo escondido em cada um de nós.
FALANDO DE AMOR
FALANDO DE AMORNeste livro, falo das diversas faces do amor; Falo de paixões e desilusões, de encontros e desencontros. Falo dos sentimentos que fizeram parte da minha e de tantas outras histórias.
A SAGA DO VAMPIRO MOGKULL
A SAGA DO VAMPIRO MOGKULLEm 330 A.C, o nobre Wojciech Mogkull, da Colônia de Biskupim, busca a vida eterna num ritual sangrento aos deuses Ptah e Sekmet no Egito.
No Japão Feudal, Katomi Tano, o mestre guerreiro, abre o portão de cedro do templo Shin-Tao ao misterioso estrangeiro dedicado ao ofício da morte.
Nova York, 1996. Um alto executivo japonês trabalha na filial de uma grande empresa de seu país, em Nova York. Sua vida, tranquila e bem definida, entretanto, vê-se subitamente virada de cabeça para baixo. Pessoas com quem teve contato são mortas violentamente. E a polícia está em seu encalço, suspeitando de que seja o mentor intelectual dos crimes.
Acompanhe A Saga do Vampiro Mogkull através dos séculos, numa história que transita entre os mistérios do sobrenatural, investigação policial, a arte das lutas orientais e o código do Bushido.
ERA UMA VEZ NA AMAZÔNIA
ERA UMA VEZ NA AMAZÔNIAConta a história de Candinho que durante os anos 1927 a 1946 período da II Guerra Mundial e segundo ciclo da borracha no Amazonas. quando se perdeu de sua tia antes de uma viagem na antiga Manaus, ela viajou assim mesmo deixando o garoto que foi adotado pela família de um senhor conhecido como
Portuga. Este teve que aprender muito cedo a encarar os problemas da vida, pois não tinha a presença de seus pais que pensavam que ele tinha morrido.
Candinho cresceu enfrentou grandes desafios, mas nunca deixou de sonhar em reencontrar a sua família. Durante a Segunda Guerra se tornou soldado da borracha enfrentou grandes desafios contra os
Coroéis de barrancos nos seringais da época que escravizavam seus trabalhadores.
POEMAS DE UMA LENDA
POEMAS DE UMA LENDAWild Robson é um jovem entusiasta e altamente inteligente, dotado de paixão, linguagem e um senso de amor, mistério e infinitas possibilidades da vida. Ele entende as delícias da ambigüidade, mesmo acreditando que “tudo vai acabar bem”. Por um lado, ele “não sabe nada”. Por outro lado, ele tem a sabedoria de entender que nada é exatamente o que ele precisa saber para sondar as profundezas e alturas da vida. Em todos esses poemas cativantes, Robson tem “a coragem de voar, voar, voar”. E ele voa. Nas asas da música linguística, ele canta suas histórias de amor, esperança, paixão e dor ocasional, sabendo muito bem que “nem tudo são lágrimas”. Um poeta fascinante e um prazer ler, desfrutar e saborear. Altamente recomendado.

