CÉU CINZA QUE NOS DAI HOJE
CÉU CINZA QUE NOS DAI HOJE
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Totalmente deslocado de qualquer parâmetro ou ótica alheia; aqui cabe transformar nada, além de ler e ser transportado à jornadas, em uma ação de fatores notórios e inúteis. Caros leitores – descobri um monte de coisas por assim levar adiante o que pensei em nada. dar certo. Um compilado de ensaios e crônicas, irônicas e instigantes ao ponto machadiano, focado na vida, na leitura, na história e no profundo amor de criar para ser lembrado.
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Additional information
| Weight | 0,300 kg |
|---|---|
| Dimensions | 15 × 0,5 × 21 cm |
| Nº de Páginas | 125 |
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- Store Name: João Victor de Souza Silva Filgueira
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A PATOLOGIA DO BEM
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O encontro, concebido para resgatar os saraus de antes da pandemia de coronavírus, a qual provocou a reclusão e o afastamento social, teve e tem como objetivo principal “socorrer os enfermos da saudade”, em especial os da classe artística, cuja necessidade de exprimir-se é tão vital quanto o de respirar. Não foi por outro motivo, aliás, que se escolheu a figura do saudoso escritor Armando Andrade de Menezes, ex-presidente da Academia Amazonense de Letras (AAL), criador e mantenedor do famoso “Chá do Armando”, como patrono, in memoriam, do movimento “Patologia Cultural”. Com os cuidados devidos, em número de participantes e em regras de higiene, o evento revestiu-se de grande sucesso, tanto, que já caminha para a sua terceira edição.
Crônicas, poesias, contos, artes visuais e plásticas, música e tudo o que foi dito e mostrado na reunião inaugural, dentro dos limites do papel, vem aqui reproduzido e assinado pelos seus autores, a saber: Pedro Lucas Lindoso, Maxiliano Barros, Nelcélia Macena, Maria Luíza Brasil, Cassius Clei Aguiar, João Bosco Rocha, Wanderley Freitas, Moisés Maciel da Costa, Franciná Lira, Fátima Lira, Sílvio Grijó, Carlos Pond, Eylan Lins e Marquinhos Negritude. É registro histórico, documento para a posteridade.
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A partir dessa constatação, tenho direcionado meus esforços para que o trânsito não seja um assunto tratado apenas em eventos organizados por órgãos do Sistema Nacional de Trânsito e debatido apenas por doutores e grandes pensadores e estudiosos da área, mas que seja algo que suscite discussões na mesa do bar, no banco da praça ou na reunião da igreja. Ou seja, que envolva toda a sociedade. Para isso, reuni nessa obra as vinte melhores crônicas do Concurso Crônicas da (i)Mobilidade.
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