CONSTRUINDO A REALIDADE
R$21,00
Este livro foi escrito para entusiastas do autoconhecimento, buscadores da lei da atração e para aqueles que se sentem perdidos quando pensam à respeito do funcionamento dos acontecimentos diários, nele você encontrará o porquê de estar neste planeta, neste país e nesta família, a razão da sucessão de situações repetitivas e de que forma você poderá interagir e alterar premeditadamente tais acontecimentos na busca de um objetivo almejado.
O todo é formado por energia nas suas mais diversas formas, inclusive na forma de você e eu, e quem detém o conhecimento do funcionamento e interação dessas energias, detém o poder de induzir acontecimentos e moldar sua própria realidade.
Seguiremos juntos o fluxo do rio universal, mas escolhendo sempre onde atracar nossos barcos, diferindo assim da grande maioria, que se encontra à deriva no barco da ignorância.
Additional information
| Weight | 0,300 kg |
|---|---|
| Dimensions | 15 × 21 cm |
| Nº de Páginas | 68 |
Vendor Information
- Store Name: Filos Editora
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O HOMEM COM CABEÇA DE URUBU
O HOMEM COM CABEÇA DE URUBUJorge vê um homem com cabeça de urubu convivendo normalmente entre as pessoas na cidade. Estaria ele enlouquecendo?
Essa é uma história surreal, em que a razão humana é posta frente a frente com uma criatura tão estranha quanto familiar.
PENSANDO BEM
PENSANDO BEMComo escapar da Roda do Samsara? O que fazemos aqui embaixo? Corpo, alma e espírito, há uma diferença? Presente, passado, futuro, isto existe? Afinal, quem é Deus?
Essas são apenas algumas indagações que o psicólogo, teosofista e escritor Orisval Brito se debruça neste “ensaio espiritual”.
De forma didática, ele expõe décadas de conhecimento esotérico e científico, refletindo sobre os mais diversos assuntos que interferem profundamente a forma como percebemos o mundo, a vida e nós mesmos.
Agnosticismo, Filosofia, Astrofísica, Budismo, Universos Paralelos, Chakras, Psicologia e Teosofia. O conhecimento oculto, encontra à luz da ciência, um espaço para ponderação, contemplação e análise, pois “nada pode existir fora do Universo.”
“Os Druidas afirmavam que Deus é o Universo. E como o Universo é o Espaço Infinito, então Deus é o Espaço. Bom, se você parar para pensar, os Druidas foram os que mais perto chegaram da ideia de Deus. O Espaço está em tudo e não é contido por nada. O Espaço está na mais mínima partícula subatômica tanto quanto está na imensidão que abarca tudo o que a mente humana possa imaginar. Sem o Espaço nenhum corpo físico denso e, por extensão, nenhuma forma de Vida poderia ter existência.”
Orisval Brito é um pouco piauiense, carioca e goiano. É formado em Psicologia pela Universidade Gama Filho, pós-graduado em Psicologia pela Faculdade Cândido Mendes e mestre teosofista pela OM-AUM (Ordem Mística de Aspiração Universal ao Mestrado).
Com uma mente inquieta e a curiosidade de um menino, se debruçou durante décadas no estudo e prática do conhecimento esotérico. É pesquisador, e também, cristão, druida, ocultista, umbandista e espírita.
ESCREVER PARA NÃO ENLOUQUECER
ESCREVER PARA NÃO ENLOUQUECERO que você faz quando se vê em uma situação difícil de se lidar ? Como a solidão, a falta de alguém ou preso a uma vida totalmente diferente da que você tinha antes ?
Como fazer para não enlouquecer e se afundar em depressão ?
Tenho muitas coisas dentro de mim que me machucam por vários motivos e isso acaba se transformando em raiva e para mim não enlouquecer sozinho e calado, acabo colocando todos esses sentimentos pra fora em forma de rimas, poesia, poemas ou apenas linhas e palavras soltas.
A minha escapatória foi escrever tudo que me fazia mal, coloquei tudo para fora em forma de rimas e poesias, essa foi a minha salvação.
Escrevi pra mim, escrevi de mim, para os outros, e dos outros. Escrevi para o meu blog, escrevi para fazer uma música, escrevi para me desestressar, escrevi para rimar, escrevi para me declara, escrevi de algo que foi tirado de mim e só deixou saudades e escrevi principalmente para me expressar.
E assim surgiram muitos textos variados, falando um pouco de tudo.
NADA SOBRE NINGUÉM
NADA SOBRE NINGUÉMProsa e poesia, é assim que minha obra se divide, são vivências eternizadas em versos. Amores inacabados, confissões, tudo que um dia ficou dentro de gavetas acumulando pó. Hoje eu resolvi limpar toda essa poeira e transformar em livro!
MULHERES DE FIBRA
MULHERES DE FIBRASou grato a Deus por poder escrever o presente trabalho sobre essas duas grandes artistas sobre as quais tive a oportunidade de ser testemunha ocular das vossas maestrias. O objetivo deste trabalho é poder sintetizar a biografia e obra artística para organizar, num futuro próximo, um catálogo especializado em artes. Outra intencionalidade é mostrar como essas duas MULHERES DE FIBRA quebraram barreiras sociais e mostram a mim que nunca é tarde para ter objetivos na vida. Fato é que conseguiram ingressar na Academia de Letras após os 75 anos de idade e ambas continuam lindas e produtivas.
É muito comum ouvir lamúrias de que está tarde para fazer isso ou aquilo, por exemplo, “estou muito velha para estudar” (não tendo mais de 50 anos), “acabei o primário ou o segundo grau muitos anos, estou velha para fazer faculdade” (com aproximadamente 60 anos). Uma Mulher de fibra no mundo das artes que considero de forma especial é CORA CORALINA, que com 76 anos publicou o seu primeiro livro (um dos maiores expoentes da poesia moderna). Foi me dada a oportunidade de participar deste projeto organizando os dados e escrevendo a minha impressão como poeta. Eu não poderia, então, deixar passar a oportunidade de fazer a homenagem em vida.
CURA HÉTERO
CURA HÉTEROCura Hétero conta a história de Pedro, um jovem branco de classe média que se muda para a cidade de Belo Horizonte – MG, quando completa seus dezoito anos de idade.
É filho de João e Antônio, dois religiosos, que o adotaram ainda recém-nascido a fim de dar amor e uma educação longe do pecado do mundo.
Pedro vive nessa sociedade majoritariamente cristã, conservadora e que abomina o heterossexualismo, o considerando como um ato de promiscuidade e pecado. Apenas a procriação é permitida, desde que em comum acordo entre homens e mulheres que buscam formar uma família homoafetiva.
Desde muito cedo, Pedro manifestava trejeitos heterossexuais, e isso perpassa por toda sua trajetória.
Numa aristocracia em que meninas vestem azul e meninos vestem rosa, o personagem se movimenta numa conflituosa luta entre as expectativas sociais e a sua própria existência: existência negada, ameaçada e constantemente ferida. Entre a vida e a morte de ser quem é, Pedro (sobre)vive.



