PANDEMIA
R$22,00
“PANDEMIA: ANTOLOGIA POÉTICA DE UMA QUARENTENA”, explora temáticas da “Covid-19” como foco principal, descrevendo em linguagem poética, o cenário desafiador imposto pela Pandemia no ano de 2020. A obra reúne poemas autorais de alunos dos 4º e 5º anos da E. E. Wilma Vitoriano Geber que foram baseados em fatos reais e nos deixam com a sensação de já ter passado por aquela situação ou testemunhado algo parecido.
Additional information
| Weight | 0,300 kg |
|---|---|
| Dimensions | 15 × 21 cm |
| Nº de Páginas | 71 |
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- Store Name: Filos Editora
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A PUXADA – Apenas quem viveu essa história poderá contá-la
A PUXADA – Apenas quem viveu essa história poderá contá-laR$49,90Comprar
A PUXADA – Apenas quem viveu essa história poderá contá-la
A PUXADA – Apenas quem viveu essa história poderá contá-laPara mim é difícil falar do passado, mas chegou a hora…
Decidi escrever esse livro, para mostrar aos jovens de hoje, que o crime é podre e não há futuro. A minha preocupação é que cada vez mais jovens estão sendo seduzidos para o crime organizado e isso precisa ser combatido, pois há apenas dois caminhos para quem o escolhe: cadeia ou morte.
Não se iluda.
Vivi o mundo do crime em todas as suas facetas. Primeiro como criminoso e depois ao lado da polícia. Tudo levado ao extremo. Eu sempre achei que os fins justificavam os meios.
Matei para não morrer, matei para salvar amigos, matei para ganhar dinheiro. Montei a minha própria equipe, e com ela manipulei a polícia e os criminosos, sem regras e sem limites. Fiz com que todos jogassem o meu jogo. Eu dei as cartas, decidi por anos quem seria preso e quem ficaria nas ruas vendendo a minha droga.
Por vinte anos trabalhei infiltrado para os maiores departamentos de polícia especializada do Brasil.
Fiz uma enorme rede de contatos e aprendi que quem tem informação tem poder… E na vida, tudo é um jogo de interesses.
Homicídio, roubo, latrocínio e muitos outros crimes são motivados pelas drogas. Confirmo isso com toda minha experiência de vida: As drogas são a maior desgraça da humanidade.
Todos os textos desse livro foram escritos durante os nove anos em que estive cumprindo pena em regime fechado. Nomes de pessoas, cidades e departamentos foram alterados, ao abrir esse livro, você acionará um portal que irá levá-lo a lugares que, com certeza, não gostaria de conhecer fisicamente. Seja bem-vindo ao meu mundo, seja bem-vindo à Puxada.
Pode me chamar de Júnior.
PÁSSARO PRETO VOA NOVAMENTE
PÁSSARO PRETO VOA NOVAMENTEPoemas escritos em intervalos do cotidiano agitado de um adolescente, relatando alguns de seus sentimentos, buscando expor alguns sentimentos, poemas escritos por um jovem não é comum de se ler, confira está obra escrita por um.
O HOMEM COM CABEÇA DE URUBU
O HOMEM COM CABEÇA DE URUBUJorge vê um homem com cabeça de urubu convivendo normalmente entre as pessoas na cidade. Estaria ele enlouquecendo?
Essa é uma história surreal, em que a razão humana é posta frente a frente com uma criatura tão estranha quanto familiar.
ERA UMA VEZ NA AMAZÔNIA
ERA UMA VEZ NA AMAZÔNIAConta a história de Candinho que durante os anos 1927 a 1946 período da II Guerra Mundial e segundo ciclo da borracha no Amazonas. quando se perdeu de sua tia antes de uma viagem na antiga Manaus, ela viajou assim mesmo deixando o garoto que foi adotado pela família de um senhor conhecido como
Portuga. Este teve que aprender muito cedo a encarar os problemas da vida, pois não tinha a presença de seus pais que pensavam que ele tinha morrido.
Candinho cresceu enfrentou grandes desafios, mas nunca deixou de sonhar em reencontrar a sua família. Durante a Segunda Guerra se tornou soldado da borracha enfrentou grandes desafios contra os
Coroéis de barrancos nos seringais da época que escravizavam seus trabalhadores.
FALANDO DE AMOR
FALANDO DE AMORNeste livro, falo das diversas faces do amor; Falo de paixões e desilusões, de encontros e desencontros. Falo dos sentimentos que fizeram parte da minha e de tantas outras histórias.
ENTRE LINHAS E PERCEPÇÕES
ENTRE LINHAS E PERCEPÇÕESHora dessas ainda encontro
Nestas linhas a solução.
Procuro preencher
A grande lacuna que há
Entre o amor e a razão.
Noutrora só desejo
Colocar tudo pra fora.
Escrevo com empenho
De quem sente o mundo
Ontem, amanhã e agora.
Atemporal, eu diria.
Datar a tal da percepção
Tarefa impossível seria.
Difícil qualificar a emoção.
Então coloquei por aqui
O que quero preservar.
Escrevo com ânsia à suprir
A quantificação do existir.
A sensação de uma vida.
Da existência elementar.
Esclareço meus anseios
Sou daqueles devaneios
De nenhum lugar.
Nem terra, nem fogo.
Abstrata como o ar.

