QUANDO OLHEI PARA VOCÊ
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Quando olhei para você, fala da poesia e do amor, o comparando a uma flor, porque a flor é vida, é sentimento, é amor, é alegria, é perfume, é magia que encanta a natureza para quem sabe admirar a sua beleza com sutileza. Que as poesias desse livro venham perfumar a vida de todos os seus leitores, os levando a viajar em cada verso, e em cada palavra possam sentir prazer e viver as lembranças de QUANDO OLHEI PARA VOCÊ.
Additional information
| Weight | 0,300 kg |
|---|---|
| Dimensions | 15 × 21 cm |
| Nº de Páginas | 255 |
Vendor Information
- Store Name: Filos Editora
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ENTRE LINHAS E PERCEPÇÕES
ENTRE LINHAS E PERCEPÇÕESHora dessas ainda encontro
Nestas linhas a solução.
Procuro preencher
A grande lacuna que há
Entre o amor e a razão.
Noutrora só desejo
Colocar tudo pra fora.
Escrevo com empenho
De quem sente o mundo
Ontem, amanhã e agora.
Atemporal, eu diria.
Datar a tal da percepção
Tarefa impossível seria.
Difícil qualificar a emoção.
Então coloquei por aqui
O que quero preservar.
Escrevo com ânsia à suprir
A quantificação do existir.
A sensação de uma vida.
Da existência elementar.
Esclareço meus anseios
Sou daqueles devaneios
De nenhum lugar.
Nem terra, nem fogo.
Abstrata como o ar.
ENSAIOS ACADÊMICOS
ENSAIOS ACADÊMICOSO livro apresenta uma junção de ensaio de alunos do primeiro Período de cursos variados, do Centro Universitário – Uniasselvi.
ANTOLOGIA POÉTICA MARGINAL VOL. 3
ANTOLOGIA POÉTICA MARGINAL VOL. 3Reexistência.
Existimos sempre e novamente. Resistimos, apesar de, o livro que você tem em mãos é uma resposta a todos os ataques recentes e do passado. São registros do tempo e das nossas marcas; o relato, visual ou em palavras, de parte do que nos marcou. Este livro é um mergulho profundo no fino limite imaginário que nos posiciona às margens. São histórias feitas de gente exercitando o fazer artístico das vivências pessoais. Palavras e imagens de carne, sanguinizando a criação de corpos feitos para o movimento. Páginas de inquietudes postas para dançar. Se a eles convêm o silêncio ,permaneceremos
som…
O MÁGICO EQUILIBRISTA
O MÁGICO EQUILIBRISTAPor norma – me corrijam se eu estiver enganado – fazer a apresentação de um livro de poesia é, por si só, uma tarefa árdua e difícil na qual com extrema facilidade podemos nos perder em análises supérfluas, fora de contexto ou exíguas de um conteúdo, prejudicando não só o livro mas também o autor e criando falsas imagens para quem lê.
Então, não querendo cair nas armadilhas que atrás mencionei, julgo ser de todo preferível contornar possíveis exames individualizados deste ou daquele poema e centrar a atenção no “todo poético dessa obra”.
Apresento ao nobre leitor, Ismael Rodrigues Silva, um verdadeiro poeta, em todas as suas definições. Sou um tanto quanto suspeito de falar por conhecê-lo pessoalmente, mas confesso que minha atenção ficou encantada com essa história de vida escrita em versos, às vezes sutil, outras vezes esmagador.
MAÉ, este é o epíteto dele. Leiam pausadamente, e como escrevi lá no início, por norma – me corrijam se eu estiver enganado.
A SAGA DO VAMPIRO MOGKULL
A SAGA DO VAMPIRO MOGKULLEm 330 A.C, o nobre Wojciech Mogkull, da Colônia de Biskupim, busca a vida eterna num ritual sangrento aos deuses Ptah e Sekmet no Egito.
No Japão Feudal, Katomi Tano, o mestre guerreiro, abre o portão de cedro do templo Shin-Tao ao misterioso estrangeiro dedicado ao ofício da morte.
Nova York, 1996. Um alto executivo japonês trabalha na filial de uma grande empresa de seu país, em Nova York. Sua vida, tranquila e bem definida, entretanto, vê-se subitamente virada de cabeça para baixo. Pessoas com quem teve contato são mortas violentamente. E a polícia está em seu encalço, suspeitando de que seja o mentor intelectual dos crimes.
Acompanhe A Saga do Vampiro Mogkull através dos séculos, numa história que transita entre os mistérios do sobrenatural, investigação policial, a arte das lutas orientais e o código do Bushido.
O HOMEM COM CABEÇA DE URUBU
O HOMEM COM CABEÇA DE URUBUJorge vê um homem com cabeça de urubu convivendo normalmente entre as pessoas na cidade. Estaria ele enlouquecendo?
Essa é uma história surreal, em que a razão humana é posta frente a frente com uma criatura tão estranha quanto familiar.

