PANDEMIA
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“PANDEMIA: ANTOLOGIA POÉTICA DE UMA QUARENTENA”, explora temáticas da “Covid-19” como foco principal, descrevendo em linguagem poética, o cenário desafiador imposto pela Pandemia no ano de 2020. A obra reúne poemas autorais de alunos dos 4º e 5º anos da E. E. Wilma Vitoriano Geber que foram baseados em fatos reais e nos deixam com a sensação de já ter passado por aquela situação ou testemunhado algo parecido.
Additional information
| Weight | 0,300 kg |
|---|---|
| Dimensions | 15 × 21 cm |
| Nº de Páginas | 71 |
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- Store Name: Filos Editora
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A SAGA DO VAMPIRO MOGKULL
A SAGA DO VAMPIRO MOGKULLEm 330 A.C, o nobre Wojciech Mogkull, da Colônia de Biskupim, busca a vida eterna num ritual sangrento aos deuses Ptah e Sekmet no Egito.
No Japão Feudal, Katomi Tano, o mestre guerreiro, abre o portão de cedro do templo Shin-Tao ao misterioso estrangeiro dedicado ao ofício da morte.
Nova York, 1996. Um alto executivo japonês trabalha na filial de uma grande empresa de seu país, em Nova York. Sua vida, tranquila e bem definida, entretanto, vê-se subitamente virada de cabeça para baixo. Pessoas com quem teve contato são mortas violentamente. E a polícia está em seu encalço, suspeitando de que seja o mentor intelectual dos crimes.
Acompanhe A Saga do Vampiro Mogkull através dos séculos, numa história que transita entre os mistérios do sobrenatural, investigação policial, a arte das lutas orientais e o código do Bushido.
O HOMEM COM CABEÇA DE URUBU
O HOMEM COM CABEÇA DE URUBUJorge vê um homem com cabeça de urubu convivendo normalmente entre as pessoas na cidade. Estaria ele enlouquecendo?
Essa é uma história surreal, em que a razão humana é posta frente a frente com uma criatura tão estranha quanto familiar.
A PUXADA – Apenas quem viveu essa história poderá contá-la
A PUXADA – Apenas quem viveu essa história poderá contá-laR$49,90Comprar
A PUXADA – Apenas quem viveu essa história poderá contá-la
A PUXADA – Apenas quem viveu essa história poderá contá-laPara mim é difícil falar do passado, mas chegou a hora…
Decidi escrever esse livro, para mostrar aos jovens de hoje, que o crime é podre e não há futuro. A minha preocupação é que cada vez mais jovens estão sendo seduzidos para o crime organizado e isso precisa ser combatido, pois há apenas dois caminhos para quem o escolhe: cadeia ou morte.
Não se iluda.
Vivi o mundo do crime em todas as suas facetas. Primeiro como criminoso e depois ao lado da polícia. Tudo levado ao extremo. Eu sempre achei que os fins justificavam os meios.
Matei para não morrer, matei para salvar amigos, matei para ganhar dinheiro. Montei a minha própria equipe, e com ela manipulei a polícia e os criminosos, sem regras e sem limites. Fiz com que todos jogassem o meu jogo. Eu dei as cartas, decidi por anos quem seria preso e quem ficaria nas ruas vendendo a minha droga.
Por vinte anos trabalhei infiltrado para os maiores departamentos de polícia especializada do Brasil.
Fiz uma enorme rede de contatos e aprendi que quem tem informação tem poder… E na vida, tudo é um jogo de interesses.
Homicídio, roubo, latrocínio e muitos outros crimes são motivados pelas drogas. Confirmo isso com toda minha experiência de vida: As drogas são a maior desgraça da humanidade.
Todos os textos desse livro foram escritos durante os nove anos em que estive cumprindo pena em regime fechado. Nomes de pessoas, cidades e departamentos foram alterados, ao abrir esse livro, você acionará um portal que irá levá-lo a lugares que, com certeza, não gostaria de conhecer fisicamente. Seja bem-vindo ao meu mundo, seja bem-vindo à Puxada.
Pode me chamar de Júnior.
O ORFANATO
O ORFANATOA nação, comanda.
Os órfãos são procurados.
Um refúgio.
Bem-vindo ao orfanato.
O MÁGICO EQUILIBRISTA
O MÁGICO EQUILIBRISTAPor norma – me corrijam se eu estiver enganado – fazer a apresentação de um livro de poesia é, por si só, uma tarefa árdua e difícil na qual com extrema facilidade podemos nos perder em análises supérfluas, fora de contexto ou exíguas de um conteúdo, prejudicando não só o livro mas também o autor e criando falsas imagens para quem lê.
Então, não querendo cair nas armadilhas que atrás mencionei, julgo ser de todo preferível contornar possíveis exames individualizados deste ou daquele poema e centrar a atenção no “todo poético dessa obra”.
Apresento ao nobre leitor, Ismael Rodrigues Silva, um verdadeiro poeta, em todas as suas definições. Sou um tanto quanto suspeito de falar por conhecê-lo pessoalmente, mas confesso que minha atenção ficou encantada com essa história de vida escrita em versos, às vezes sutil, outras vezes esmagador.
MAÉ, este é o epíteto dele. Leiam pausadamente, e como escrevi lá no início, por norma – me corrijam se eu estiver enganado.
AS CRÔNICAS DA ERA DOS VENTOS
AS CRÔNICAS DA ERA DOS VENTOSNo final do século XXI da Era Cristã, a população mundial chegou a doze bilhões. Por conseguinte, os conflitos quase dizimaram por completo a humanidade. Mas, graças ao Santo Graal, sobreviventes de uma cidade da Região Serrana do Rio de Janeiro deram início à Era dos Ventos.
Com o passar dos séculos, mais precisamente no ano de 1174 da Era dos Ventos, novos povos, culturas, religiões, feiticeiros e animais fantásticos povoavam a Terra. Nesse mesmo ano, dois reinos estavam à beira de um conflito. O Reino do Sul foi acusado de envenenar o rei de Traumland. Enquanto se resolvia o conflito, a rainha de Traumland contratou cinco mercenários para encontrar os itens da poção para salvar o monarca.
Os mercenários e um aprendiz de feiticeiro saem pelo mundo para capturar catóblepa, basilisco, fênix e outras criaturas fantásticas. Para isso, lutam com dragões, piratas e seres mágicos.
Quem envenenou o rei? Será que os mercenários conseguirão ajudar o Reino de Traumland? Será que todos são confiáveis? As respostas estão em: As Crônicas da Era dos Ventos.

